Homeopatia: Medicina à sua Medida
Dra.Graciela Alicia Martínez, Médica especialista em Homeopatia pela Associação Médica Brasileira e Associação Médica Homeopática Brasileira. Rua Catharina Signori Vicentin 637 A Cidade Universitária - Campinas - SP - Brasil Fone: 19- 32899522
31/05/2012
MEDICAMENTOS HOMEOPÁTICOS E VIAGENS AÉREAS:
A ANAC (Agência Nacional de Aviação) aprovou e publicou em diário oficial, portaria a partir de pedido daquela associação, estabelecendo que o paciente portando medicamento homeopático, acompanhado de receita médica, poderá embarcar sem passar o medicamento pelo RX ou pelo Arco Magnético (detector de metais). Os procedimentos para tal estão sendo elaborados pela ANAC. Esta era uma luta antiga dos homeopatas, uma vez que estas ondas são nocivas ao medicamento homeopático e em consequência ao paciente que dele fará uso.
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VIAGENS AÉREAS
29/05/2012
Perguntas e Respostas sobre Homeopatia (2)
Homeopatia é um sistema médico o qual ajuda a tendência natural do ser humano em curar-se a si mesmo. Preconiza que todos os sintomas de uma doença são a mera manifestação da desarmonia dentro do indivíduo, e é o paciente que necessita de tratamento e não a doença. É um sistema terapêutico que existe há pelo menos duzentos anos e sua popularidade é crescente nos dias de hoje.
Pessoas sofrendo de todos os tipos de doenças, da artrite à enxaqueca, depressão à úlcera gástrica, alergias tipo asma, rinite, eczema, infertilidade, tensão pré-menstrual, esclerose múltipla, síndrome do pânico, Síndrome da Fadiga Crônica, AIDS podem ser ajudadas a readquirir a sua saúde com a ajuda de um homeopata.
Como as pessoas reagem à mesma doença de maneiras diferentes, o homeopata aborda o paciente de uma forma holística. O estado emocional, mental da pessoa são considerados intimamente ligados ao físico.
O homeopata considera que os sintomas da doença são evidências do sistema imune do homem e são resposta a tentativa de cura, e estes sinais e sintomas são os que o guiam o homeopata a prescrever o remédio.
O que o homeopata precisa saber para ajudar quem está doente?
O homeopata aborda de uma forma holística e considera as queixas físicas, emocionais e mentais de cada indivíduo como interligadas, como se elas fossem parte de um todo.
Seu homeopata vai lhe fazer perguntas sobre os mais diversos aspectos da sua vida, passada e presente, para saber como você reaccionou a determinados eventos que lhe marcaram nos mais diversos níveis. Muitas vezes um evento que para você significa algo bem trivial, o mesmo evento pode ser de maior importância para o seu homeopata. Ele vai lhe fazer perguntas bem detalhadas dos mais diversos aspectos da sua vida. Seja o mais detalhista possivel. As consultas iniciais são longas, podem demorar uma hora e meia e os assuntos tratados durante a mesma são estritamente confidenciais.
O que eu posso esperar de uma consulta homeopática?
Você pode esperar algumas mudanças na área psíquica quando do uso da homeopatia. Algumas vezes, bem no início do tratamento, podem surgir alguma acentuação dos sintomas, por um pequeno espaço de tempo, cedendo logo a seguir. Isto é um bom sinal. Este é um sinal de que o remédio está fazendo efeito e que a recuperação está à caminho.
Pode acontecer que num caso de rinite, nos primeiros dias do tratamento o nariz comece a correr mais. Esta é a forma que o organismo está reagindo ao tratamento, o corpo está trabalhando em direção à cura. Por isso se diz que a homeopatia é uma medicina reativa, que ela trabalha o corpo positivamente para que ele elimine a doença. Portanto não é o remédio que elimina a doença, mas o próprio corpo do doente que se encarrega de eliminar a mesma, porém fortificado pelo remédio.
Quando estas reações ocorrem, você deve entrar em contato com o seu homeopata e informar a ele o que está ocorrendo, pois assim ele vai lhe orientar e lhe dar uma idéia de como o seu corpo está reagindo. Muitas vezes estas reações nem ocorrem, e o indivíduo caminha em direção a cura dos seus sintomas sem nenhum problema.
Isto são efeitos colaterais?
Não, isto não são considerados efeitos colaterais. A homeopatia influencia a energia do corpo ao invés de atuar no campo químico. Porisso, os remédios homeopáticos não são intrinsicamente perigosos. Sim, os remédios homeopáticos podem causar as reações de agravamento referidas acima, mas elas desaparecem em seguida e sobrevém logo a reguir uma sensação de alívio e cura dos sintomas.
Pessoas que não estão enfermas podem fazer o tratamento homeopático, por exemplo, crianças de poucos meses que não apresentam nenhuma queixa?
Pessoas que não apresentam nenhuma doença podem procurar a ajuda de homeopatia para tentarem prevenir doenças, se equilibrarem. Mesmo quando a pessoa não apresenta nenhum sintoma de enfermidade, esta mesma pessoa pode ser portadora de alguns sinais de desequilíbrio que indicam que num futuro podem vir a se tornar uma doença estabelecida.
Por exemplo, um bebê de poucos meses, mesmo não apresentando nenhuma enfermidade, ele pode estar suando na cabeça, o suor possui cheiro meio azedo, as suas fezes estão um pouco endurecidas, e o seu sono não parece muito tranquilizador e ele chora muito durante o dia, somente se acalmando quando a mãe o embala. Parece algo muito irrelevante, mas desarmoniza a mãe, pois esta passa a se submeter aos caprichos do bebê, não podendo levar sua vida normalmente. Esta problemática pode ser solucionada com uma dose de uma medicação homeopática chamada Chamomila. Mais adiante, este bebê vai crescer e ele vai apresentar outros sintomas e vai receber outro medicamento, dependendo dos sintomas que ele vai desenvolver. Desta forma, as pessoas podem, desde o princípio da vida delas, ser harmonizadas, e prevenir as doenças.
Sendo tão simples, seria possível se automedicar com homeopatia?
É possível se tratar certas situações simples com homeopatia, por exemplo, certos cortes, machucaduras, traumatismos simples, mordidas de insetos, desarranjos estomacais. Não tente tratar queixas mais sérias e complexas com o seu conhecimento adquirido em um manual de tratamento homeopático pois a técnica exige um conhecimento mais elevado.
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22/05/2012
GRIPE - INFLUENZA A - DENGUE
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GRIPE-INFLUENZA A - DENGUE
16/05/2012
Luc Montagnier, Prêmio Nobel, leva muito a sério a Homeopatia
Dr. Luc Montagnier, o virologista francês que ganhou o Prêmio Nobel em 2008 por descobrir o vírus da Aids, surpreendeu a comunidade científica com o seu forte apoio à medicina homeopática.
Em uma entrevista notável publicado na revista Science de 24 de dezembro de 2010 (1), Professor Luc Montagnier, manifestou o seu apoio para a especialidade médica da medicina homeopática, muitas vezes criticada e incompreendida. Embora a homeopatia tenha persistido por 200 anos em todo o mundo e tem sido o principal método de tratamento alternativo utilizado por médicos na Europa (2), a maioria dos médicos convencionais e cientistas expressaram ceticismo sobre sua eficácia devido às doses extremamente pequenas dos medicamentos utilizados.
A maioria das pesquisas clínicas realizadas sobre os medicamentos homeopáticos publicada em revistas científicas têm mostrado resultados clínicos positivos (3, 4), especialmente no tratamento de alergias respiratórias (5, 6), gripe (7), fibromialgia (8, 9), artrite reumatóide (10), diarreia infantil (11), de recuperação pós-cirúrgica de cirurgia abdominal (12), deficit de atenção (13) e redução dos efeitos secundários do tratamento do câncer convencionais (14). Além de ensaios clínicos, várias centenas de estudos de pesquisa básica confirmaram a atividade biológica de medicamentos homeopáticos. Um tipo de estudos chamados de estudos in vitro, encontraram 67 experimentos (1/3 deles repetições), sendo que quase 3/4 de todas as repetições tiveram resultados positivos (15, 16).
Além da grande variedade de evidências provenientes da ciência básica e da pesquisa clínica, mais uma evidência para a homeopatia reside no fato de que a homeopatia ganhou popularidade na Europa e os EUA durante o século 19 devido aos impressionantes resultados com experiências no tratamento de epidemias que se alastraram durante esse tempo, incluindo a cólera, febre tifóide, febre amarela, escarlatina e gripe.
Montagnier, que também é fundador e presidente da Fundação Mundial para Pesquisa e Prevenção da AIDS, afirmou: "Eu não posso dizer que a homeopatia está certa em tudo. O que posso dizer agora é que as altas diluições (usadas em homeopatia) estão certas. Altas diluições de algo são diferente de nada. Eles são estruturas de água que imitam as moléculas originais."
Aqui, Montagnier está fazendo referência à sua pesquisa experimental que confirma uma das características controversas da medicina homeopática que utiliza doses de substâncias que são submetidas a diluição sequencial com agitação vigorosa entre cada diluição. Embora seja comum para cientistas modernos assumir que nenhuma das moléculas originais permanecem na solução, a investigação Montagnier (com outros de muitos dos seus colegas) verificou que os sinais electromagnéticos do medicamento original permanecem na água e tem dramáticos efeitos biológicos.
Montagnier acaba de assumir uma nova posição na Universidade Jiaotong, em Xangai, China (esta universidade é muitas vezes referida como "MIT da China"), onde vai trabalhar em um novo instituto que leva seu nome. Este trabalho enfoca um novo movimento científico na encruzilhada da física, biologia e medicina: o fenômeno das ondas eletromagnéticas produzidas pelo DNA em água. Ele e sua equipe vão estudar tanto a base teórica e as possíveis aplicações na medicina.
A nova pesquisa de Montagnier está investigando as ondas eletromagnéticas que, segundo ele, emanam do DNA altamente diluído de vários patógenos. Montagnier afirma: "O que descobrimos é que o DNA produz mudanças estruturais na água, que persistem em diluições muito altas, e que levam a sinais eletromagnéticos ressonantes que podemos medir. Nem todo DNA produz sinais que podemos detectar com o nosso dispositivo. Os sinais de alta intensidade são provenientes de DNA bacteriano e viral."
Montagnier afirma que estas novas observações irão conduzir a novos tratamentos para muitas doenças crônicas comuns, que incluem autismo, doença de Alzheimer, doença de Parkinson e esclerose múltipla.
Montagnier escreveu sobre suas descobertas em 2009 (17). Em seguida, em meados de 2010, ele falou em um encontro de prestígio, para colegas ganhadores do Prêmio Nobel, onde ele manifestou interesse sobre a homeopatia e as implicações deste sistema de medicina (18).
Leis de aposentadoria francesas não permitem que Montagnier, com 78 anos de idade, trabalhe em um instituto público, limitando assim o acesso ao financiamento da pesquisa. Montagnier admite que a obtenção de fundos de agências financiadoras de pesquisa farmacêutica e convencionais é improvável, devido ao clima de antagonismo com a homeopatia e as opções de tratamento natural.
Apoio de outro ganhador do Prêmio Nobel
A nova pesquisa de Montagnier evoca memórias de uma das histórias mais sensacionais da ciência francesa, muitas vezes referida como o "caso Benveniste”. Um imunologista altamente respeitado Dr. Jacques Benveniste, que morreu em 2004, conduziu um estudo que foi replicado em três outros laboratórios universitários e publicado na revista Nature (19). Benveniste e outros pesquisadores usaram doses extremamente diluídas de substâncias que criaram um efeito sobre um tipo de glóbulo branco chamado basófilos.
Embora o trabalho de Benveniste foi supostamente desmascarado (20), Montagnier considera Benveniste um "Galileu moderno" que estava muito à frente de seu tempo e que foi atacado por investigar um assunto médico e científico que a ortodoxia tinha erroneamente ignorado e até demonizado.
Além de Benveniste e Montagnier, é também a opinião de peso do doutor Brian Josephson, que, como Montagnier, é um cientista ganhador do Prêmio Nobel.
Respondendo a um artigo sobre homeopatia na revista New Scientist, Josephson escreveu:
“Quanto às suas observações sobre as alegações feitas pela homeopatia: críticas centradas em torno do número muito pequeno de moléculas de soluto presentes em uma solução, após ela ter sido repetidamente diluída, são irrelevantes, uma vez que os defensores dos medicamentos homeopáticos atribuem os seus efeitos, não a moléculas presentes na água, mas a alterações da estrutura da água.”
Uma análise simplista pode sugerir que a água, sendo um líquido, não pode ter uma estrutura do tipo que esse quadro exigiria. Mas casos como o de cristais líquidos, que enquanto fluem como um líquido comum, podem manter uma estrutura ordenada ao longo de distâncias macroscópicas, mostram as limitações de tais formas de pensar. Não apresentam, com o melhor de meu conhecimento, quaisquer refutação contra a homeopatia, que permanece válida após ter em conta este ponto em particular.
Um tópico relacionado é o fenômeno, reivindicado por Jacques Benveniste, por sua colega Yolène Thomas e por outros, como experimentalmente bem estabelecido, é conhecido como "memória da água". Se válido, esse seria de maior importância do que a homeopatia em si, e que atesta a visão limitada da comunidade científica moderna que, longe de apressar-se em testar essas alegações, tem como única resposta seu repúdio (21).
Após seus comentários, Josephson, que é professor emérito da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, foi questionado pelos editores da New Scientist sobre os motivos por ter se tornado um defensor das idéias não convencionais. Ele respondeu:
“Eu fui a uma conferência onde o imunologista francês Jacques Benveniste estava falando pela primeira vez sobre sua descoberta de que a água tem uma "memória" de compostos que foram dissolvidos nela - o que poderia explicar como a homeopatia funciona. Suas descobertas provocaram forte reações irracionais de cientistas, e fiquei impressionado como ele foi tratado (22).
Josephson descreveu como muitos cientistas hoje sofrem de "descrença patológica", isto é, sobre eles é colocada uma atitude não científica, que é incorporada pela ideia de que "mesmo se fosse verdade, eu não acreditaria."
Ainda mais recentemente, Josephson ironicamente respondeu à ignorância crônica da homeopatia pelos céticos, dizendo: "A idéia de que a água pode ter uma memória pode ser facilmente refutada por qualquer um, através de diversos argumentos facilmente compreensíveis e inválidos."
Na nova entrevista na revista Science, Montagnier também expressou preocupação real sobre a atmosfera não científica que atualmente existe em torno de certos assuntos não convencionais, como homeopatia. "Disseram-me que algumas pessoas têm reproduzido os resultados de Benveniste, mas eles têm medo de publicá-los por causa do terror intelectual das pessoas que não os compreendem."
Montagnier concluiu a entrevista quando perguntado se ele está preocupado que ele está à deriva em pseudociência, ele respondeu sem hesitação: "Não, porque não é pseudociência. Não é charlatanismo. Estes são fenômenos reais que merecem um estudo mais aprofundado."
A desinformação que os céticos divulgam
É notável que muitos céticos da homeopatia dizem que não há "nenhuma pesquisa" que mostre que os medicamentos homeopáticos funcionem. Tais declarações são claramente falsas, e ainda, são comuns na Internet e mesmo em alguns artigos científicos. Basta um pouco de pesquisa para descobrir muitos estudos de alta qualidade que têm sido publicados em conceituadas revistas médicas e científicas, incluindo a Lancet, BMJ, Pediatrics, Pediatric Infectious Disease Journal, Chest e muitas outras. Embora algumas dessas mesmas revistas também publicaram pesquisas com resultados negativos para a homeopatia, há muito mais pesquisas que mostram um efeito positivo, ao invés de negativo.
Distorções e desinformação sobre a homeopatia são previsíveis porque este sistema de medicina proporciona uma ameaça viável e significativa para os interesses econômicos na medicina, quanto mais para a própria filosofia e visão de mundo da biomedicina. Portanto não surpreende que a British Medical Association, a Associação Médica Britânica teve a audácia para se referir à homeopatia como "bruxaria". É bastante previsível que quando se vai em caça às bruxas, inevitavelmente encontre-se "bruxas", especialmente quando existem certos benefícios para demonizar um concorrente potencial (a homeopatia desempenha um papel muito maior e mais competitivo na Europa do que nos EUA).
Os céticos da homeopatia também afirmam há muito tempo que os medicamentos homeopáticos têm "nada" neles porque eles são muito diluído. No entanto, nova pesquisa realizada no respeitado Indian Institute of Technology, o Instituto Indiano de Tecnologia, confirmou a presença de "nanopartículas" das matérias-primas, mesmo em diluições extremamente altas. Pesquisadores demonstraram pela Microscopia de Transmissão Eletrônica (TEM), difração de elétrons e análise química por Inductively Coupled Plasma-Atomic Emission Spectroscopy (ICP-AES) ou Espectroscopia de Emissão Atômica-Plasma Indutivamente Acoplado, a presença de entidades físicas nestas diluições extremas (24). À luz desta pesquisa pode-se agora afirmar que qualquer pessoa que diz ou sugere que há "nada" em medicamentos homeopáticos, ou é desinformado ou simplesmente não está sendo honesto.
Uma vez que os pesquisadores receberam a confirmação da existência de nanopartículas em dois diferentes homeopáticos altas potências (30C e 200C), testando quatro medicamentos diferentes (Zincum metallicum/Zinco, Aurum metallicum/Ouro; Stannum metallicum/estanho; e Cuprum metallicum/cobre), puderam concluir que este estudo forneceu "evidências concretas".
Embora os céticos da homeopatia podem supor que doses homeopáticas são ainda muito pequenas para apresentarem qualquer ação biológica, tais suposições têm sido provadas como erradas. O campo multi-disciplinar dos efeitos de pequenas doses é chamado de "hormese", e cerca de 1.000 estudos de uma ampla variedade de especialidades científicas confirmaram efeitos biológicos significativos e por vezes substanciais de doses extremamente pequenas de certas substâncias em certos sistemas biológicos.
Uma edição especial da revista científica Human and Experimental Toxicology (Julho 2010), foi dedicado à interface entre hormese e homeopatia (25). Os artigos desta edição verificaram o poder de doses homeopáticas de várias substâncias.
Em conclusão, deve notar-se que o ceticismo sobre qualquer assunto é importante para a evolução da ciência e na medicina. No entanto, como mencionado acima pelo Prêmio Nobel Brian Josephson, muitos cientistas têm uma "descrença patológica" em determinados assuntos e, finalmente, criam uma atitude não saudável e não científica que bloqueiam a verdade e a ciência reais. O ceticismo está no seu melhor papel quando seus defensores não tentam cortar pesquisas ou acabar com a conversa, mas sim explorar possíveis novas (ou velhas) formas de entender e verificar fenômenos estranhos, mas convincentes. Nós todos temos esse desafio quando exploramos e avaliamos os efeitos biológicos e clínicos dos medicamentos homeopáticos.
REFERÊNCIAS:
(1) Enserink M, Newsmaker Interview: Luc Montagnier, French Nobelist Escapes "Intellectual Terror" to Pursue Radical Ideas in China. Science 24 December 2010: Vol. 330 no. 6012 p. 1732. DOI: 10.1126/science.330.6012.1732
(2) Ullman D. Homeopathic Medicine: Europe's #1 Alternative for Doctors. http://www.huffingtonpost.com/dana-ullman/homeopathic-medicine-euro...
(3) Linde L, Clausius N, Ramirez G, et al., "Are the Clinical Effects of Homoeopathy Placebo Effects? A Meta-analysis of Placebo-Controlled Trials," Lancet, September 20, 1997, 350:834-843.
(4) Lüdtke R, Rutten ALB. The conclusions on the effectiveness of homeopathy highly depend on the set of analyzed trials. Journal of Clinical Epidemiology. October 2008. doi: 10.1016/j.jclinepi.2008.06/015.
(5) Taylor, MA, Reilly, D, Llewellyn-Jones, RH, et al., Randomised controlled trial of homoeopathy versus placebo in perennial allergic rhinitis with overview of four trial Series, BMJ, August 19, 2000, 321:471-476.
(6) Ullman, D, Frass, M. A Review of Homeopathic Research in the Treatment of Respiratory Allergies. Alternative Medicine Review. 2010:15,1:48-58. http://www.thorne.com/altmedrev/.fulltext/15/1/48.pdf
(7) Vickers AJ. Homoeopathic Oscillococcinum for preventing and treating influenza and influenza-like syndromes. Cochrane Reviews. 2009.
(8) Bell IR, Lewis II DA, Brooks AJ, et al. Improved clinical status in fibromyalgia patients treated with individualized homeopathic remedies versus placebo, Rheumatology. 2004:1111-5.
(9) Fisher P, Greenwood A, Huskisson EC, et al., "Effect of Homoeopathic Treatment on Fibrositis (Primary Fibromyalgia)," BMJ, 299(August 5, 1989):365-6.
(10) Jonas, WB, Linde, Klaus, and Ramirez, Gilbert, "Homeopathy and Rheumatic Disease," Rheumatic Disease Clinics of North America, February 2000,1:117-123.
(11) Jacobs J, Jonas WB, Jimenez-Perez M, Crothers D, Homeopathy for Childhood Diarrhea: Combined Results and Metaanalysis from Three Randomized, Controlled Clinical Trials, Pediatr Infect Dis J, 2003;22:229-34.
(12) Barnes, J, Resch, KL, Ernst, E, "Homeopathy for Post-Operative Ileus: A Meta-Analysis," Journal of Clinical Gastroenterology, 1997, 25: 628-633.
(13) M, Thurneysen A. Homeopathic treatment of children with attention deficit hyperactivity disorder: a randomised, double blind, placebo controlled crossover trial. Eur J Pediatr. 2005 Dec;164(12):758-67. Epub 2005 Jul 27.
(14) Kassab S, Cummings M, Berkovitz S, van Haselen R, Fisher P. Homeopathic medicines for adverse effects of cancer treatments. Cochrane Database of Systematic Reviews 2009, Issue 2.
(15) Witt CM, Bluth M, Albrecht H, Weisshuhn TE, Baumgartner S, Willich SN. The in vitro evidence for an effect of high homeopathic potencies--a systematic review of the literature. Complement Ther Med. 2007 Jun;15(2):128-38. Epub 2007 Mar 28.
(16) Endler PC, Thieves K, Reich C, Matthiessen P, Bonamin L, Scherr C, Baumgartner S. Repetitions of fundamental research models for homeopathically prepared dilutions beyond 10-23: a bibliometric study. Homeopathy, 2010; 99: 25-36.
(17) Luc Montagnier, Jamal Aissa, Stéphane Ferris, Jean-Luc Montagnier, Claude Lavallee, Electromagnetic Signals Are Produced by Aqueous Nanostructures Derived from Bacterial DNA Sequences. Interdiscip Sci Comput Life Sci (2009) 1: 81-90.
http://www.springerlink.com/content/0557v31188m3766x/fulltext.pdf
(18) Nobel laureate gives homeopathy a boost. The Australian. July 5, 2010. http://www.theaustralian.com.au/news/health-science/nobel-laureate-...
(19) Davenas E, Beauvais F, Amara J, et al. (June 1988). "Human basophil degranulation triggered by very dilute antiserum against IgE". Nature 333 (6176): 816-8.
(20) Maddox J (June 1988). "Can a Greek tragedy be avoided?". Nature 333 (6176): 795-7.
(21) Josephson, B. D., Letter, New Scientist, November 1, 1997.
(22) George A. Lone Voices special: Take nobody's word for it. New Scientist. December 9, 2006.
(23) Personal communication. Brian Josephson to Dana Ullman. January 5, 2011.
(24) Chikramane PS, Suresh AK, Bellare JR, and Govind S. Extreme homeopathic dilutions retain starting materials: A nanoparticulate perspective. Homeopathy. Volume 99, Issue 4, October 2010, 231-242.
(25) Human and Experimental Toxicology, July 2010: http://het.sagepub.com/content/vol29/issue7/
To access free copies of these articles, see: http://www.siomi.it/siomifile/siomi_pdf/BELLE_newsletter.pdf
Tradução livre de Amarilys de Toledo Cesar
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Prêmio Nobel
06/05/2012
O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A HOMEOPATIA
Um assunto muito em voga nos dias atuais é o Desenvolvimento Sustentável. Muitos já ouviram falar mas não se dão conta da abrangência que envolve esse tema e a sua importância para a manutenção da vida no planeta.
A primeira ideia que vem à mente quando se trata de Desenvolvimento Sustentável é o tratamento do lixo com a visão de reciclagem.
A sustentabilidade vai mais além, visando à promoção de uma vida confortável que possibilite às futuras gerações a usufruição dos recursos, como o faz a presente civilização.
A base ambiental é a mais conhecida, vislumbrando a natureza com o manejo dos seus recursos. Esse tema supera a ideia inicial de intocabilidade dos recursos naturais, passando a ser valorizado o seu uso racional, para que o homem possa continuar desfrutando deles, de modo que as futuras gerações também o possam fazer. Também sob essa ótica os estudos abrangem uma visão integralista, complexista, sistêmica, já que foi entendido que o universo é um sistema de peças interligadas em constante integração e só assim pode ser compreendido. Além das múltiplas interferências percebidas, outras sutis também são consideradas, ressaltando-se que as influências percebidas que vão além das físicas, alcançando as psicológicas, sociais, e de outras dimensões.
Somente a visão ambiental não estava trazendo resultados na busca da mudança comportamental, assim verificou-se que a filosofia precisava de outras bases para que se concretizassem as ideias surgidas sob esse fundamento. Assim, foram agregadas a visão econômica e social ao tema.
Como vivemos num mundo capitalista, cuja mola-mestre é o dinheiro e acumulação de capital, não foi possível ignorar este fator como base para a mudança pretendida. Diante disto, o fator econômico foi inserido na filosofia com vistas a lhes dar sustentação. Este pilar pode ser visualizado na busca de apoio financeiro para projetos, descoberta de novos processos e matérias nas linhas de produção, sobretaxa nos produtos mais degradantes da natureza, incentivos aos comportamentos menos prejudiciais, etc.
Por se tratar de uma sociedade organizada, sob uma gerencia governamental, foi necessária a vontade política para o desenvolvimento dessa cultura, que forma a base social do tripé. Ela acolhe os movimentos da sociedade, as legislações e projetos, os cursos e programas com vista a mudança de comportamento.
Assim, sob essa base se construiu o novo conceito de Desenvolvimento Sustentável, sustentado pelo tripé econômico, social e ambiental.
Hoje, o assunto já começa a ser tratado nos primeiros anos do ensino, visando a mudança no comportamento do cidadão. Os governos já estão produzindo campanhas e legislações que incentivam, proíbem certos processos e até a geração de punição para certos descumprimentos. No plano econômico verifica-se a descoberta de novos processos e materiais para responder ao clamor da nova sociedade mais consciente dos riscos que correm com a degradação da natureza.
Nesse panorama observa-se que a sustentabilidade busca uma natureza que forneça elementos para a manutenção do progresso e que as futuras gerações também possam usufruir dos recursos dos quais dispomos.
Para que o homem possa pensar no uso racional dos recursos que permitam a sua disponibilidade no futuro, ele necessita de, no mínimo, ter suas necessidades básicas para a sobrevivência satisfeitas. Nesse grupo encontra-se a saúde, objeto de trabalho dos homeopatas.
Sob o olhar da Homeopatia o homem é visto como um todo, sem a departamentalização tão em voga na medicina ortodoxa. Dentro da filosofia homeopática, a doença não é o fim em si mesma, mas o resultado de um desequilíbrio no sistema, disso decorre que a cura advém da restauração o equilíbrio do sistema, levando-se em conta as forças materiais e imateriais que levaram a esse estado. Além disso, a especialidade busca na natureza o aprendizado para manusear o organismo na busca da cura. A medicação utiliza elementos parcimoniosamente, permitindo a regeneração de suas fontes e a sua usufruição por muito tempo. Há de se notar que o método economicamente é bem concebido com a produção de remédios através da diluição da matéria-prima, que reduz o seu custo, e a busca da cura através do reequilíbrio promovendo a extinção da causa do adoecimento leva a cura duradoura, influenciando diretamente no custo do processo.
Nota-se por fim a atualidade da Homeopatia, que apesar de ter sido idealizada há mais de 200 anos, está totalmente coadunada com o pensamento moderno da sustentabilidade.
Fonte: WWW.ecomedicina.com.br
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O desenvolvimento sustentável e a Homeopatia
26/04/2012
BEBIDAS ALCOÓLICAS
Álcool Etílico: Etanol
Fermentados (vinho, cerveja)
Destilados (pinga, uísque, vodca)
Aspectos históricos
Registros arqueológicos revelam que os primeiros indícios sobre o consumo de
álcool pelo ser humano datam de aproximadamente 6000 a.C., sendo, portanto, um
costume extremamente antigo e que tem persistido por milhares de anos. A noção
de álcool como uma substância divina, por exemplo, pode ser encontrada em inúmeros
exemplos na mitologia, sendo talvez um dos fatores responsáveis pela manutenção
do hábito de beber, ao longo do tempo.
Inicialmente, as bebidas tinham conteúdo alcoólico relativamente baixo, como,
por exemplo, o vinho e a cerveja, já que dependiam exclusivamente do processo de fermentação. Com o advento do processo de destilação, introduzido na Europa
pelos árabes na Idade Média, surgiram novos tipos de bebidas alcoólicas, que passaram
a ser utilizadas em sua forma destilada. Nessa época, esse tipo de bebida pas-
sou a ser considerado um remédio para todas as doenças, pois “dissipavam as preocupações
mais rapidamente que o vinho e a cerveja, além de produzirem um alívio
mais eficiente da dor”, surgindo, então, a palavra uísque (do gálico usquebaugh, que significa “água da vida”).
A partir da Revolução Industrial, registrou-se grande aumento na oferta desse
tipo de bebida, contribuindo para um maior consumo e, conseqüentemente, gerando
aumento no número de pessoas que passaram a apresentar algum tipo de problema
decorrente do uso excessivo de álcool.
Aspectos gerais
Apesar do desconhecimento por parte da maioria das pessoas, o álcool também é
considerado uma droga psicotrópica, pois atua no sistema nervoso central, provocando
mudança no comportamento de quem o consome, além de ter potencial
para desenvolver dependência.
O álcool é uma das poucas drogas psicotrópicas que tem seu consumo admitido
e até incentivado pela sociedade. Esse é um dos motivos pelos quais ele é encarado
de forma diferenciada, quando comparado com as demais drogas.
Apesar de sua ampla aceitação social, o consumo de bebidas alcoólicas, quando
excessivo, passa a ser um problema. Além dos inúmeros acidentes de trânsito e da violência associada a episódios de embriaguez, o consumo de álcool a longo prazo, dependendo da dose, freqüência e circunstâncias, pode provocar um quadro de dependência conhecido como alcoolismo. Dessa forma, o consumo inadequado do álcool é um importante problema de saúde pública, especialmente nas sociedades ocidentais, acarretando altos custos para a sociedade e envolvendo questões médicas, psicológicas, profissionais e familiares.
Efeitos agudos
A ingestão de álcool provoca diversos efeitos, que aparecem em duas fases distintas: uma estimulante e outra depressora.
Nos primeiros momentos após a ingestão de álcool, podem aparecer os efeitos
estimulantes, como euforia, desinibição e loquacidade (maior facilidade para falar).
Com o passar do tempo, começam a surgir os efeitos depressores, como falta de
coordenação motora, descontrole e sono. Quando o consumo é muito exagerado,
o efeito depressor fica exacerbado, podendo até mesmo provocar o estado de coma.
Os efeitos do álcool variam de intensidade de acordo com as características pessoais.
Por exemplo, uma pessoa acostumada a consumir bebidas alcoólicas sentirá
os efeitos do álcool com menor intensidade, quando comparada com outra que não
está acostumada a beber. Um outro exemplo está relacionado à estrutura física: a
pessoa com estrutura física de grande porte terá maior resistência aos efeitos do álcool.
O consumo de bebidas alcoólicas também pode desencadear alguns efeitos desagradáveis, como enrubecimento da face, dor de cabeça e mal-estar geral. Esses efeitos são mais intensos para algumas pessoas cujo organismo tem dificuldade de metabolizar o álcool. Os orientais, em geral, têm maior probabilidade de sentir esses efeitos.
Álcool e trânsito
A ingestão de álcool, mesmo em pequenas quantidades, diminui a coordenação
motora e os reflexos, comprometendo a capacidade de dirigir veículos ou operar
outras máquinas. Pesquisas revelam que grande parte dos acidentes é provocada
por motoristas que haviam bebido antes de dirigir. Nesse sentido, segundo a legislação
brasileira (Código Nacional de Trânsito, que passou a vigorar em janeiro de
1998), deverá ser penalizado todo motorista que apresentar mais de 0,6g de álcool
por litro de sangue. A quantidade de álcool necessária para atingir essa concentração
no sangue é equivalente a beber cerca de 600ml de cerveja (duas latas de cerveja
ou três copos de chope), 200ml de vinho (duas taças) ou 80ml de destilados
(duas doses).
Alcoolismo
Como já citado neste texto, a pessoa que consome bebidas alcoólicas de forma
excessiva, ao longo do tempo, pode desenvolver dependência, condição conhecida
como alcoolismo. Os fatores que podem levar ao alcoolismo são variados,
envolvendo aspectos de origem biológica, psicológica e sociocultural. A dependência do álcool é condição freqüente, atingindo cerca de 10% da população adulta brasileira.
A transição do beber moderado ao beber problemático ocorre de forma lenta,
tendo uma interface que, em geral, leva vários anos. Alguns sinais da dependência do álcool são: desenvolvimento da tolerância, ou seja, a necessidade de beber maiores quantidades de álcool para obter os mesmos efeitos; aumento da importância do álcool na vida da pessoa; percepção do “grande desejo” de beber e da falta de controle
em relação a quando parar; síndrome de abstinência (aparecimento de sintomas
desagradáveis após ter ficado algumas horas sem beber) e aumento da ingestão
de álcool para aliviar essa síndrome.
A síndrome de abstinência do álcool é um quadro que aparece pela redução ou
parada brusca da ingestão de bebidas alcoólicas, após um período de consumo crônico.
A síndrome tem início 6 a 8 horas após a parada da ingestão de álcool, sendo
caracterizada por tremor das mãos, acompanhado de distúrbios gastrintestinais,
distúrbios do sono e estado de inquietação geral (abstinência leve). Cerca de 5% dos que entram em abstinência leve evoluem para a síndrome de abstinência grave ou delirium tremens que, além da acentuação dos sinais e sintomas anteriormente referidos,se caracteriza por tremores generalizados, agitação intensa e desorientação no tempo e no espaço.
Efeitos sobre outras partes do corpo
Os indivíduos dependentes do álcool podem desenvolver várias doenças. As mais
freqüentes são as relacionadas ao fígado (esteatose hepática, hepatite alcoólica e cirrose).
Também são freqüentes problemas do aparelho digestivo (gastrite, síndrome
de má absorção e pancreatite) e do sistema cardiovascular (hipertensão e problemas cardíacos). Há, ainda, casos de polineurite alcoólica, caracterizada por dor, formigamento e cãibras nos membros inferiores.
Durante a gravidez
O consumo de bebidas alcoólicas durante a gestação pode trazer conseqüências
para o recém-nascido, e, quanto maior o consumo, maior o risco de prejudicar o
feto. Dessa forma, é recomendável que toda gestante evite o consumo de bebidas
alcoólicas, não só ao longo da gestação, como também durante todo o período de
amamentação, pois o álcool pode passar para o bebê através do leite materno.
Cerca de um terço dos bebês de mães dependentes do álcool, que fizeram uso
excessivo dessa droga durante a gravidez, é afetado pela “síndrome fetal pelo
álcool”. Os recém-nascidos apresentam sinais de irritação, mamam e dormem
pouco, além de apresentarem tremores (sintomas que lembram a síndrome de abstinência).
As crianças gravemente afetadas, e que conseguem sobreviver aos primeiros
momentos de vida, podem apresentar problemas físicos e mentais que variam
de intensidade de acordo com a gravidade do caso.
Fonte : CEBRID - Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas, que funciona no Departamento de Medicina Preventiva da UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo).
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Bebidas Alcoólicas
01/03/2012
Documentário sobre Homeopatia (1)
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Documentário sobre Homeopatia (2)
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Documentário sobre Homeopatia (3)
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Documentário sobre Homeopatia (3)
11/01/2012
Coca-cola Zero é proibida nos EUA. E no Brasil, sete refrigerantes têm substância cancerígena
A Homeopatia se defende sozinha
http://www.youtube.com/watch?v=3nWxXamCSVI
Similia Similibus Curantur
10/01/2012
Os 4 pilares da Homeopatia
1) Experiência no homem são
2) Lei dos Semelhantes
3) Doses mínimas
4) Medicamento Único
Experiência no homem são: Hahnemann começou experimentando em si mesmo. O primeiro experimento foi com a quinina (china officinalis). E verificou que sentia uma série de sintomas “semelhantes” aqueles da febre intermitente. Como naquela época todos usavam a quinina para tratar essa febre, ele concluiu que se esse era o efeito que provocava num homem são, era por isso que poderia curar esses mesmos sintomas.
E daí chegou a aplicação prática da lei dos semelhantes que diz que o quadro sintomatológico apresentado por uma pessoa sadia é o mesmo que aquele medicamento irá curar num homem adoecido.
Todos conhecemos a frase “similia similibus curentor” , que inicialmente foi enunciada por Hipócrates e também considerada válida por Paracelso. Mas foi Hahnemann quem a tornou prática através das doses mínimas. E ele observou que aquilo que em doses fisiológicas podia causar uma doença, em doses mínimas, podia ser curativa. E percebeu também que quanto menor a dose, maior a ação curativa e menores as agravações.
Começou, então, a diluir o soluto acima do número de avogrado.
E por fim, o último pilar se fixa no medicamento único, que é o ideal de todo homeopata – encontrar um único medicamento capaz de causar a cura e o equilibrio do psiconeuroimunoendôcrino que inclui todos os sintomas de todos os sistemas que forman a unidade integrada que é o ser humano.
A MEDICINA HOMEOPÁTICA CURA PACIENTES E NÃO DOENÇAS.
POR ISTO NÃO POSSO RESPONDER SOBRE REMÉDIOS QUE "CURAM" ÚLCERA OU ARTRITE , JÁ QUE NÃO EXISTE A ÚLCERA E SIM O ULCEROSO , NEM POSSO RESPONDER SOBRE REMÉDIOS HOMEOPÁTICOS QUE CUREM A ARTRITE REUMATOIDE PORQUE NO PARADIGMA HOMEOPÁTICO NÃO EXISTE A ARTRITE REUMATOIDE E SIM O ARTRÍTICO
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Os 4 pilares da Homeopatia
29/12/2011
Feliz Ano Novo!
"A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las."
Feliz Ano Novo
Feliz Ano Novo com verdadeira Gratidão a todos os leitores que acompanharam o Blog, gratidão pelas suas mensagens no meu e-mail!
Dra. Graciela Alicia Martínez
28/12/2011
A Clínica do Semelhante
O paradigma homeopático é outro , é a medicina do doente com suas doenças , é a medicina da resubjetivação do sujeito onde as doenças apreendidas nas suas origenspsíquicas mais profundas,somente se atenuaran e/ou desaparecerão a medida que o doente for se curando como um ser integral que é.Tratar doenças com remédios homeopáticos não faz sentido, o resultado será sempre igual ao emprego do placebo como estamos cansados de ver em inúmeros trabalhos que teimosamente tentaram provar a eficacia da homeopatiafora da sua episteme.
Daí a dificuldade em o cientificismo atual avaliar a homeopatia e daí também a recusa da homeopatia em aceitar as reducionistas avaliações da atual metodologia da pesquisa em humanos.
Atualmente os critérios de regularidade e repetição minusiosamente analizados são utilizados como parametro científico.Regularidade e repetição são observadas nas experimentações homeopáticas.As substâncias homeopáticas são experimentadas em humanos sadios e não em animais.Uma mesma substância experimentada em várias pessoas de diferentes regiões e países,em estudos duplo-cegos,embora diluídas até 50 milvezes produzem nesses experimentadores sintomas que se repetem com regularidade e repetição,isso é o que constitui a nossa matéria médica.
Esses mesmos medicamentos quando prescritos as pessoas doentes só os ajudam quando houver similaridade com a unidade que é o doente. Regularidade e repetição na pesquisa.Regularidade e repetição na Clínica da Similitude com o doente.Por outro lado, na pesquisa clínica, não aceitamos os duplo-cegos e triplo-cegos que se concentrem em apenas uma doença de uma pessoa que é um Universo.Consideramos esses estudos totalmente cegos. A cegueiraconsiste no reducionismo de olhar apenas uma úlcera,uma bronquite asmática, uma insônia, uma artrite reumatoide,deixando de lado o ulveroso, o asmático, o insone, o artrítico que está por detrás disso.Esse reducionismo é imposto a ciência como uma forma de afastar-lada Unidade que é o ser.
Qual a vantagem em se fechar uma úlcera sem resolver a dinâmicaprofunda que a provocou? Teremos para o futuro um ex-ulceroso portador de patologias mais serias uma vez que sua problemática profunda como sujeito não foi resolvida.
Nos recusamos a participar de estudos que não encarem o sistema aberto que é o ser.
Porque a medicina convencional não ousa enfrentar os sistemas abertos ao invés de trabalhar com modelos reducionistas? Simplesmente porque todo o edificio ruirá.
26/12/2011
Homeopatia cada vez mais usada
A prática homeopática foi ampliada este ano para SUS e é arma
contra o uso excessivo de antibióticos
Sergio Eiji Furuta
A história da homeopatia na medicina é marcada por sucessivos embates e argumentações em torno de sua eficácia no plano prático e de seus atributos científicos no plano epistemológico. Apesar do extensivo uso com resultados positivos, ainda é insuficientemente compreendida, e até antagonizada pela comunidade médica acadêmica.
Várias explicações foram propostas para o mecanismo de ação dos medicamentos homeopáticos, com destaque a uma possível “memória da água”, idéia confirmada em estudo usando espectrometria infravermelha, publicado na conceituada revista Nature (março de 2005). Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a homeopatia é o segundo sistema médico mais usado no mundo, com gastos acima de US$ 1 bilhão. É largamente empregada em países como Alemanha e França, e prescrita por 20% a 30% dos médicos. No Reino Unido, é oferecida no Serviço Nacional de Saúde, e conta com cinco hospitais homeopáticos. Nos EUA é usada por mais de 2,5 milhões de pessoas.
No Brasil, a portaria 971 do Ministério da Saúde, de maio de 2006, criou a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no Sistema Único de Saúde (SUS), ao autorizar o uso da homeopatia. Isso beneficiará a população, além de reduzir custos. A prática previne várias doenças, o que reduz internações hospitalares. O menor custo de remédios homeopáticos em relação aos alopáticos é uma grande vantagem.
Uma parcela expressiva da população brasileira procura o tratamento homeopático para fugir da dependência de medicamentos tradicionais, como antibióticos, antiinflamatórios, antialérgicos e corticóides, beneficiando-se com um método terapêutico mais natural, que prioriza, individualiza o paciente e o trata como um todo.
O 20º Simpósio do GIRI (Grupo Internacional de Pesquisa em Sistemas Dinamizados), de 15 a 17 de setembro, em São Paulo, ocorre pela primeira vez fora da Europa. Reunirá pesquisadores de vários países que desenvolvem estudos voltados para ultradiluições, dentre elas homeopatia.
A vinda para a América decorre do incremento das pesquisas científicas nas universidades latino-americanas, do aumento de cursos de formação em homeopatia e da sua inserção no serviço de saúde pública com destaque para o Brasil, que vem assumindo posição de liderança na área. O potencial do mercado consumidor da América Latina, em especial do nosso país, atrai a atenção até de empresas estrangeiras relacionadas a produtos alimentícios, farmacêuticos e veterinários.
A homeopatia (grego, homolos = semelhante + pathos = doença ou sofrimento) é um método terapêutico proposto pelo médico alemão Samuel Hahnemann, em 1796, que usa medicamentos derivados de substâncias vegetais, minerais e animais, capazes de produzir no homem sintomas semelhantes aos relatados pelo doente (princípio da semelhança). A posição de vanguarda da homeopatia brasileira tem sido realçada em vários artigos, inclusive em publicações da própria OMS.
Sergio Eiji Furuta
É médico pediatra formado pela Escola Paulista de Medicina/Unifesp; pesquisador homeopata do Depto. de Otorrinolaringologia da UNIFESP; professor e mestre em Homeopatia pela Faculdade de Ciências da Saúde de São Paulo/FACIS
Pílulas
» A homeopatia trata o doente e não só a doença. Remédios homeopáticos são quase isentos de
efeitos colaterais e são baratos
» A família real britânica se trata com homeopatia há 150 anos
» Introduzida no Brasil em 1840, foi reconhecida como especialidade médica em 1980 pelo Conselho Federal de Medicina e integra hoje o quadro das 52 especialidades aceitas pelo CFM
» Na Disciplina de Otorrinolaringologia Pediátrica da Unifesp, um protocolo de pesquisa estuda a rinite alérgica tratada homeopaticamente. Em 2002, realizei pesquisa com crianças que tinham amigdalites de repetição, e, após tratamento homeopático, não precisaram de cirurgia
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Homeopatia cada vez mais usada
07/12/2011
Agrotóxicos: os 10 alimentos mais perigosos
Por
Patricia Patriota
– 7 de dezembro de 2011Publicado em: Curiosidades, Notícias
Da ANVISA, sobre os resultados do relatório:
…chama a atenção a grande quantidade de amostras de pepino e pimentão contaminadas com endossulfan, de cebola e cenoura contaminados com acefato e pimentão, tomate, alface e cebola contaminados com metamidofós. Além de serem proibidas em vários países do mundo, essas três substâncias já começaram a ser reavaliadas pela Anvisa e tiveram indicação de banimento do Brasil. De acordo com Dirceu Barbano, diretor da Anvisa, “são ingredientes ativos com elevado grau de toxicidade aguda comprovada e que causam problemas neurológicos, reprodutivos, de desregulação hormonal e até câncer”. (grifo nosso)
A tabela a seguir mostra os resultados da pesquisa, que analisou amostras de 20 tipos de vegetais. Em 15 delas, encontrou agrotóxicos usados de forma irregular. A 1ª coluna mostra o número de amostras analisadas por alimento. Em seguida, na coluna ‘Não autorizados para cultura’, aparece o número absoluto e percentual das amostras onde aparece o uso irregular de agrotóxicos. No mesmo formato, a 3ª coluna ‘Acima do limite máximo de resíduo’ destaca as amostras que continham quantidades de agrotóxicos permitidos, mas além dos limites seguros. A 4ª coluna mostra a intersecção das amostras que se encaixam nas duas categorias. E, finalmente, a última coluna, mostra a chance de contaminação do alimento de acordo com a soma das modalidades anteriores. Os 5 alimentos que têm chance de contaminação abaixo de 10% estão marcados em verde água (de novo, o colorido é nosso). É um panorama nada animador, pois essa lista contém boa parte dos vegetais que, até mesmo por razões de saúde, somos incentivados a consumir.
A alternativa eficaz para evitar pesticidas é consumir orgânicos. Mas nem sempre isso é possível – já que esses vegetais costumam ser mais caros e não são encontrados em quantidade suficiente em todas as cidades. Por isso, uma solução intermediária é tentar eliminar os resíduos de agrotóxicos, quando possível.
A nutricionista Cláudia Cardim, coordenadora do curso de nutrição da Universidade Veiga de Almeida, no Rio de Janeiro, dá as dicas para isso.
•No caso de alimentos de origem animal (que podem ter sido contaminados pelos agrotóxicos pela água ou pela comida), retire a gordura aparente, pois algumas dessas substâncias são armazenadas no tecido gorduroso
•Lave frutas e verduras em água corrente por pelo menos um minuto, esfregando com uma esponja ou escova
•Tire as folhas externas das verduras e descasque as frutas, pois essas partes concentram mais agrotóxico
•Diversifique os vegetais consumidos no dia a dia, pois isso reduz a ingestão de quantidades maiores de um mesmo agrotóxico
•Como alguns pesticidas podem ser utilizados na fase final da maturação do alimento, reduza o risco comprando frutas e legumes mais verdes, e espere alguns dias antes de consumi-los.
Patricia Patriota
– 7 de dezembro de 2011Publicado em: Curiosidades, Notícias
Pimentão: no Brasil, vilão do agrotóxico
Um estudo divulgado esse ano pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) colocou esses alimentos entre os mais perigosos para o consumo, por terem grande chance de sofrer contaminação excessiva ou uso errôneo de agrotóxicos. Aqui está, em ordem do mais perigoso para o menos, a lista dos top 10: pimentão (80,0%), uva (56,40%), pepino (54,80%), morango (50,80%), couve (44,20%), abacaxi (44,10%), mamão (38,80%), alface (38,40%), tomate (32,60%) e beterraba (32,00%).Da ANVISA, sobre os resultados do relatório:
…chama a atenção a grande quantidade de amostras de pepino e pimentão contaminadas com endossulfan, de cebola e cenoura contaminados com acefato e pimentão, tomate, alface e cebola contaminados com metamidofós. Além de serem proibidas em vários países do mundo, essas três substâncias já começaram a ser reavaliadas pela Anvisa e tiveram indicação de banimento do Brasil. De acordo com Dirceu Barbano, diretor da Anvisa, “são ingredientes ativos com elevado grau de toxicidade aguda comprovada e que causam problemas neurológicos, reprodutivos, de desregulação hormonal e até câncer”. (grifo nosso)
A tabela a seguir mostra os resultados da pesquisa, que analisou amostras de 20 tipos de vegetais. Em 15 delas, encontrou agrotóxicos usados de forma irregular. A 1ª coluna mostra o número de amostras analisadas por alimento. Em seguida, na coluna ‘Não autorizados para cultura’, aparece o número absoluto e percentual das amostras onde aparece o uso irregular de agrotóxicos. No mesmo formato, a 3ª coluna ‘Acima do limite máximo de resíduo’ destaca as amostras que continham quantidades de agrotóxicos permitidos, mas além dos limites seguros. A 4ª coluna mostra a intersecção das amostras que se encaixam nas duas categorias. E, finalmente, a última coluna, mostra a chance de contaminação do alimento de acordo com a soma das modalidades anteriores. Os 5 alimentos que têm chance de contaminação abaixo de 10% estão marcados em verde água (de novo, o colorido é nosso). É um panorama nada animador, pois essa lista contém boa parte dos vegetais que, até mesmo por razões de saúde, somos incentivados a consumir.
A alternativa eficaz para evitar pesticidas é consumir orgânicos. Mas nem sempre isso é possível – já que esses vegetais costumam ser mais caros e não são encontrados em quantidade suficiente em todas as cidades. Por isso, uma solução intermediária é tentar eliminar os resíduos de agrotóxicos, quando possível.
A nutricionista Cláudia Cardim, coordenadora do curso de nutrição da Universidade Veiga de Almeida, no Rio de Janeiro, dá as dicas para isso.
•No caso de alimentos de origem animal (que podem ter sido contaminados pelos agrotóxicos pela água ou pela comida), retire a gordura aparente, pois algumas dessas substâncias são armazenadas no tecido gorduroso
•Lave frutas e verduras em água corrente por pelo menos um minuto, esfregando com uma esponja ou escova
•Tire as folhas externas das verduras e descasque as frutas, pois essas partes concentram mais agrotóxico
•Diversifique os vegetais consumidos no dia a dia, pois isso reduz a ingestão de quantidades maiores de um mesmo agrotóxico
•Como alguns pesticidas podem ser utilizados na fase final da maturação do alimento, reduza o risco comprando frutas e legumes mais verdes, e espere alguns dias antes de consumi-los.
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Agrotóxicos
03/12/2011
A cura: um processo interior
Médico ou paciente: quem decide?
Estudos americanos importantes mostraram
que o fator mais importante para o tempo de sobrevida do doente
não é o tipo de tratamento utilizado, mas sim,
saber QUEM havia tomado as decisões terapêuticas!
Se os médicos tivessem decidido tudo para o paciente e se este tivesse se contentado em obedecer ao corpo médico, os resultados de cura e de sobrevida teriam sido bem piores que se o doente tivesse tomado as rédeas de seu processo terapêutico e escolhido, ele mesmo, o que queria fazer. Esses estudos mostraram que os pacientes rebeldes — aqueles que recusam qualquer tratamento — fogem do hospital pela janela, saem do consultório batendo a porta. Esses pacientes indisciplinados, contestadores, refratários aos procedimentos terapêuticos que querem lhes impor, têm sobrevida muito mais longa do que os doentes obedientes, que seguem ao pé da letra o tratamento que foi prescrito.
Isso nos leva ao ponto-chave de um drama importante. No século XX adquiriu-se o hábito de avaliar a eficácia dos tratamentos médicos em função de pesquisas padronizadas, nas quais se submete um lote de doentes que receberam o mesmo diagnóstico, os mesmos tratamentos, comparando esse lote a um outro, que compreende doentes que recebem um placebo, ou seja, uma substância inativa. Chama-se a isso de método "duplo cego", já que nem os médicos, nem os pacientes sabem se o produto utilizado é ativo ou não. Esse método é considerado científico, privado de qualquer fator de erro, uma vez que elimina o fator humano.
Uma cobaia dócil
Realmente, ele é um monumento impressionante que mostrará ostensivamente às gerações futuras a que aberrações a medicina racionalista de nosso tempo pôde conduzir, a que desumanidade terrível ela pôde chegar. Nesse sistema, o doente não é mais um indivíduo composto de um corpo, um coração, uma cabeça e uma alma — um indivíduo único com suas particularidades específicas. Não, ele é apenas um número tirado de uma pesquisa totalmente desprovida de calor humano e daquilo que deveria ser, em terapêutica, o fator mais importante: o entusiasmo do doente e de seu médico em uma aventura comum rumo à cura. Nos programas racionalizados dessas pesquisas científicas, o doente não passa de uma cobaia para a ciência, e não se levam em conta sua vida pessoal, suas emo&cce dil;ões, suas crenças e suas esperanças. Nessas pesquisas, só conta o resultado sobre a doença.
Observa-se, por exemplo, se o tumor regride, sem qualquer preocupação com a qualidade de vida do paciente. E vê-se assim, um número alucinante de doentes arrastarem-se durante meses, esgotados e sofrendo de mil males, mas persuadidos pelo corpo médico de que o único tratamento válido para eles é essa quimioterapia que os corroem por dentro e os faz sofrer muito mais do que o tumor que justificou o tratamento. Os doentes ignoram que existem terapias eficazes e não-tóxicas, pois essas são excluídas de todos os centros oficiais, sob o pretexto de que não são científicas. Elas são ridicularizadas aos olhos do público pelos jornalistas pagos pela indústria farmacêutica para falar apenas dos produtos testados em pesquisas duplo cego. Milhões de doentes são assim sacrificados no altar de uma medicina puramente materialista, que só acredita nos tratamentos químicos, pretensamente científicos, uma vez que provêm de estudos efetuados em grandes grupos, sem levar em conta o fator individual.
Nem os doentes, submetidos a uma vida infernal em virtude dos efeitos colaterais tóxicos da quimioterapia que recebem, nem os médicos que os colocaram em verdadeiros "campos de concentração" da medicina — e foram convencidos pela toda-poderosa indústria farmacêutica de que apenas a química pode curar — levam em consideração as pesquisas de que falamos, essas pesquisas que dão novamente o poder de cura ao doente, mostrando que é ele, e apenas ele, o artesão de sua cura e que a questão importante não é: "qual é o tratamento mais eficaz?", mas sim "quem decide?".
Basta que o médico que dirige um teste terapêutico seja dinâmico e saiba transmitir sua fé na vida aos seus pacientes, para que esses últimos, quaisquer que sejam os medicamentos utilizados, se sintam melhor e mobilizem suas forças de cura. Inversamente, o mesmo medicamento dado por um médico — que não usa o coração e trabalha em um hospital carente de calor humano — não dará nenhum resultado positivo.
Como pudemos esquecer estas verdades que o bom senso impõe, mas que o templo médico-farmacêutico conseguiu afastar, para nos fazer acreditar que a cura era fruto de nossa docilidade frente a seus sacerdotes e a seus dogmas?
Se eu creio ser vítima da doença — por "pura fatalidade" — acredito que apenas uma intervenção externa, um medicamento ou uma operação médica poderão me curar. Se eu compreendo que foi meu modo de vida desequilibrado que levou à intoxicação de meu organismo e que este utiliza a doença para se despoluir, então percebo que a cura é fruto desse trabalho de auto-cura efetuado pelo meu organismo com sabedoria e eficácia.
Uma nova religião
A indústria médico-farmacêutica conseguiu, em menos de um século, retomar a tocha que a Igreja brandia. Servindo-se do mesmo medo da morte que deu origem ao mercado das indulgências, ela ofereceu — para acalmar os temores dos ocidentais materialistas — seu arsenal de pílulas e de tratamentos científicos em aventais brancos. A ciência racionalista tornou-se a nova Igreja provedora de esperança, trocando pelo dinheiro do povo as promessas de milagres que seus tratamentos poderiam fazer. Foram feitos investimentos gigantescos nas igrejas-laboratórios e nas igrejas-hospitais, a fim de que, por meio de suas missas químicas e cirúrgicas, pudessem afastar de nossas vidas o sofrimento e a morte.
Hoje, a igreja médico-farmacêutica é toda-poderosa. Ela reina sobre o mundo econômico e político. Com uma mão, ela aterroriza as massas com as doenças que ela aponta com o dedo (vejam o fantástico balé que ela organizou com a AIDS, que é apenas um novo nome para doenças que antes existiam sob nomes diferentes), com outra, ela promete a vitória em breve, graças à pesquisa, da qual nascerá o medicamento ou a vacina milagrosa que resolverão o problema, sem que nenhum doente tenha necessidade de mudar seus hábitos de vida.
____
Fonte:O Dr. Cristian Tal Schaller
Estudos americanos importantes mostraram
que o fator mais importante para o tempo de sobrevida do doente
não é o tipo de tratamento utilizado, mas sim,
saber QUEM havia tomado as decisões terapêuticas!
Se os médicos tivessem decidido tudo para o paciente e se este tivesse se contentado em obedecer ao corpo médico, os resultados de cura e de sobrevida teriam sido bem piores que se o doente tivesse tomado as rédeas de seu processo terapêutico e escolhido, ele mesmo, o que queria fazer. Esses estudos mostraram que os pacientes rebeldes — aqueles que recusam qualquer tratamento — fogem do hospital pela janela, saem do consultório batendo a porta. Esses pacientes indisciplinados, contestadores, refratários aos procedimentos terapêuticos que querem lhes impor, têm sobrevida muito mais longa do que os doentes obedientes, que seguem ao pé da letra o tratamento que foi prescrito.
Isso nos leva ao ponto-chave de um drama importante. No século XX adquiriu-se o hábito de avaliar a eficácia dos tratamentos médicos em função de pesquisas padronizadas, nas quais se submete um lote de doentes que receberam o mesmo diagnóstico, os mesmos tratamentos, comparando esse lote a um outro, que compreende doentes que recebem um placebo, ou seja, uma substância inativa. Chama-se a isso de método "duplo cego", já que nem os médicos, nem os pacientes sabem se o produto utilizado é ativo ou não. Esse método é considerado científico, privado de qualquer fator de erro, uma vez que elimina o fator humano.
Uma cobaia dócil
Realmente, ele é um monumento impressionante que mostrará ostensivamente às gerações futuras a que aberrações a medicina racionalista de nosso tempo pôde conduzir, a que desumanidade terrível ela pôde chegar. Nesse sistema, o doente não é mais um indivíduo composto de um corpo, um coração, uma cabeça e uma alma — um indivíduo único com suas particularidades específicas. Não, ele é apenas um número tirado de uma pesquisa totalmente desprovida de calor humano e daquilo que deveria ser, em terapêutica, o fator mais importante: o entusiasmo do doente e de seu médico em uma aventura comum rumo à cura. Nos programas racionalizados dessas pesquisas científicas, o doente não passa de uma cobaia para a ciência, e não se levam em conta sua vida pessoal, suas emo&cce dil;ões, suas crenças e suas esperanças. Nessas pesquisas, só conta o resultado sobre a doença.
Observa-se, por exemplo, se o tumor regride, sem qualquer preocupação com a qualidade de vida do paciente. E vê-se assim, um número alucinante de doentes arrastarem-se durante meses, esgotados e sofrendo de mil males, mas persuadidos pelo corpo médico de que o único tratamento válido para eles é essa quimioterapia que os corroem por dentro e os faz sofrer muito mais do que o tumor que justificou o tratamento. Os doentes ignoram que existem terapias eficazes e não-tóxicas, pois essas são excluídas de todos os centros oficiais, sob o pretexto de que não são científicas. Elas são ridicularizadas aos olhos do público pelos jornalistas pagos pela indústria farmacêutica para falar apenas dos produtos testados em pesquisas duplo cego. Milhões de doentes são assim sacrificados no altar de uma medicina puramente materialista, que só acredita nos tratamentos químicos, pretensamente científicos, uma vez que provêm de estudos efetuados em grandes grupos, sem levar em conta o fator individual.
Nem os doentes, submetidos a uma vida infernal em virtude dos efeitos colaterais tóxicos da quimioterapia que recebem, nem os médicos que os colocaram em verdadeiros "campos de concentração" da medicina — e foram convencidos pela toda-poderosa indústria farmacêutica de que apenas a química pode curar — levam em consideração as pesquisas de que falamos, essas pesquisas que dão novamente o poder de cura ao doente, mostrando que é ele, e apenas ele, o artesão de sua cura e que a questão importante não é: "qual é o tratamento mais eficaz?", mas sim "quem decide?".
Basta que o médico que dirige um teste terapêutico seja dinâmico e saiba transmitir sua fé na vida aos seus pacientes, para que esses últimos, quaisquer que sejam os medicamentos utilizados, se sintam melhor e mobilizem suas forças de cura. Inversamente, o mesmo medicamento dado por um médico — que não usa o coração e trabalha em um hospital carente de calor humano — não dará nenhum resultado positivo.
Como pudemos esquecer estas verdades que o bom senso impõe, mas que o templo médico-farmacêutico conseguiu afastar, para nos fazer acreditar que a cura era fruto de nossa docilidade frente a seus sacerdotes e a seus dogmas?
Se eu creio ser vítima da doença — por "pura fatalidade" — acredito que apenas uma intervenção externa, um medicamento ou uma operação médica poderão me curar. Se eu compreendo que foi meu modo de vida desequilibrado que levou à intoxicação de meu organismo e que este utiliza a doença para se despoluir, então percebo que a cura é fruto desse trabalho de auto-cura efetuado pelo meu organismo com sabedoria e eficácia.
Uma nova religião
A indústria médico-farmacêutica conseguiu, em menos de um século, retomar a tocha que a Igreja brandia. Servindo-se do mesmo medo da morte que deu origem ao mercado das indulgências, ela ofereceu — para acalmar os temores dos ocidentais materialistas — seu arsenal de pílulas e de tratamentos científicos em aventais brancos. A ciência racionalista tornou-se a nova Igreja provedora de esperança, trocando pelo dinheiro do povo as promessas de milagres que seus tratamentos poderiam fazer. Foram feitos investimentos gigantescos nas igrejas-laboratórios e nas igrejas-hospitais, a fim de que, por meio de suas missas químicas e cirúrgicas, pudessem afastar de nossas vidas o sofrimento e a morte.
Hoje, a igreja médico-farmacêutica é toda-poderosa. Ela reina sobre o mundo econômico e político. Com uma mão, ela aterroriza as massas com as doenças que ela aponta com o dedo (vejam o fantástico balé que ela organizou com a AIDS, que é apenas um novo nome para doenças que antes existiam sob nomes diferentes), com outra, ela promete a vitória em breve, graças à pesquisa, da qual nascerá o medicamento ou a vacina milagrosa que resolverão o problema, sem que nenhum doente tenha necessidade de mudar seus hábitos de vida.
____
Fonte:O Dr. Cristian Tal Schaller
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01/12/2011
Refrigerantes e Você
O QUE ACONTECE QUANDO VOCÊ ACABA DE BEBER UMA LATA DE REFRIGERANTE
PRIMEIROS 10 MINUTOS: 10 colheres de chá de açúcar batem no seu corpo, 100% do recomendado diariamente. Você não vomita imediatamente pelo doce extremo, porque o ácido fosfórico corta o gosto.
20 MINUTOS: O nível de açúcar em seu sangue estoura, forçando um jorro de insulina.
O fígado responde transformando todo o açúcar que recebe em gordura (É muito para este momento em particular).
40 MINUTOS: A absorção de cafeína está completa. Suas pupilas dilatam, a pressão sanguínea sobe, o fígado responde bombeando mais açúcar na corrente. Os receptores de adenosina no cérebro são bloqueados para evitar tonteiras.
45 MINUTOS: O corpo aumenta a produção de dopamina, estimulando os centros de prazer do corpo. (Fisicamente, funciona como com a heroína..)
50 MINUTOS: O ácido fosfórico empurra cálcio, magnésio e zinco para o intestino grosso, aumentando o metabolismo. As altas doses de açúcar e outros adoçantes aumentam a excreção de cálcio na urina, ou seja, está urinando seus ossos, uma das causas das OSTEOPOROSE.
60 MINUTOS: As propriedades diuréticas da cafeína entram em ação. Você urina.
Agora é garantido que porá para fora cálcio, magnésio e zinco, os quais seus ossos precisariam.
Conforme a onda abaixa você sofrerá um choque de açúcar. Ficará irritadiço. Você já terá posto para fora tudo que estava no refrigerante, mas não sem antes ter posto para fora, junto, coisas das quais farão falta ao seu organismo .
*Pense nisso antes de beber refrigerantes. Se não puder evitá-los, modere sua ingestão! Prefira sucos naturais. Seu corpo agradece!*
'AULA SOBRE REFRIGERANTES'
Na verdade, a fórmula 'secreta' da Coca-Cola se desvenda em 18 segundos em qualquer espectrômetro-ótico, e basicamente até os cachorros a conhecem. Só que não dá para fabricar igual, a não ser que você tenha uns 10 bilhões de dólares para brigar com a Coca-Cola na justiça, porque eles vão cair matando.
A fórmula da Pepsi tem uma diferença básica da Coca-Cola e é proposital exatamente para evitar processo judicial. Não é diferente porque não conseguiram fazer igual não, é de propósito, mas próximo o suficiente para atrair o consumidor da Coca-Cola que quer um gostinho diferente com menos sal e açúcar.
Entre outras coisas, fui eu quem teve que aprender tudo sobre refrigerante gaseificado para produzir o guaraná Golly aqui (nos EUA), que usa o concentrado Brahma. Está no mercado até hoje, mas falhou terrivelmente em estratégia promocional e vende só para o mercado local, tudo isso devido à cabeça dura de alguns diretores.
Tive que aprender química, entender tudo sobre componentes de refrigerantes, conservantes, sais, ácidos, cafeína, enlatamento, produção de label de lata, permissões, aprovações e muito etc. e tal. Montei um mini-laboratório de análise de produto, equipamento até para analisar quantidade de sólidos, etc. Até desenvolvi programas para PC para cálculo da fórmula com base nos volumes e tipo de envasamento (plástico ou alumínio), pois isso muda os valores e o sabor. Tivemos até equipe de competição em stock-car.
Tire a imensa quantidade de sal que a Coca-Cola usa (50mg de sódio na lata) e você verá que a Coca-Cola fica igualzinha a qualquer outro refrigerante sem-vergonha e porcaria, adocicado e enjoado. É exatamente o Cloreto de Sódio em exagero (que eles dizem ser 'very low sodium') que refresca e ao mesmo tempo dá sede em dobro, pedindo outro refrigerante, e não enjoa porque o tal sal mata literalmente a sensibilidade ao doce, que também tem de montão: 39 gramas de 'açúcar' (sacarose).
É ridículo, dos 350 gramas de produto líquido, mais de 10% é açúcar. Imagine numa lata de Coca-Cola, mais de 1 centímetro e meio da lata é açúcar puro... Isso dá aproximadamente umas 3 colheres de sopa CHEIAS DE AÇÚCAR POR LATA !..
- Fórmula da Coca-Cola?...
Simples: Concentrado de Açúcar queimado - Caramelo - para dar cor escura e gosto; ácido ortofosfórico (azedinho); sacarose - açúcar (HFCS - High Fructose Corn Syrup - açúcar líquido da frutose do milho); extrato da folha da planta COCA (África e Índia) e poucos outros aromatizantes naturais de outras plantas, cafeína, e conservante que pode ser Benzoato de Sódio ou Benzoato de Potássio, Dióxido de carbono de montão para fritar a língua quando você a toma e junto com o sal dar a sensação de refrigeração.
O uso de ácido ortofosfórico e não o ácido cítrico como todos os outros usam, é para dar a sensação de dentes e boca limpa ao beber, o fosfórico literalmente frita tudo e em quantidade pode até causar decapamento do esmalte dos dentes, coisa que o cítrico ataca com muito menor violência, pois o artofosfórico 'chupa' todo o cálcio do organismo, podendo causar até osteoporose, sem contar o comprometimento na formação dos ossos e dentes das crianças em idade de formação óssea, dos 2 aos 14 anos. Tente comprar ácido fosfórico para ver as mil recomendações de segurança e manuseio (queima o cristalino do olho, queima a pele, etc.).
Só como informação geral, é proibido usar ácido fosfórico em qualquer outro refrigerante, só a Coca-Cola tem permissão... (claro, se tirar, a Coca-Cola ficará com gosto de sabão). O extrato da coca e outras folhas quase não mudam nada no sabor, é mais efeito cosmético e mercadológico, assim como o guaraná, você não sente o gosto dele, nem cheiro, (o verdadeiro guaraná tem gosto amargo) ele está lá até porque legalmente tem que estar (questão de registro comercial), mas se tirar você nem nota diferença no gosto.
O gosto é dado basicamente pelas quantidades diferentes de açúcar, açúcar queimado, sais, ácidos e conservantes. Tem uma empresa química aqui em Bartow, sul de Orlando. Já visitei os caras inúmeras vezes e eles basicamente produzem aromatizantes e essências para sucos. Sais concentrados e essências o dia inteiro, caminhão atrás de caminhão! Eles produzem isso para fábricas de sorvete, refrigerantes, sucos, enlatados, até comida colorida e aromatizada.
Visitando a fábrica, pedi para ver o depósito de concentrados das frutas, que deveria ser imenso, cheio de reservatórios imensos de laranja, abacaxi, morango, e tantos outros (comentei). O sujeito olhou para mim, deu uma risadinha e me levou para visitar os depósitos imensos de corantes e mais de 50 tipos de componentes químicos. O refrigerante de laranja, o que menos tem é laranja; morango, até os gominhos que ficam em suspensão são feitos de goma (uma liga química que envolve um semipolímero). Abacaxi é um festival de ácidos e mais goma. Essência para sorvete de Abacate? Usam até peróxido de hidrogênio (água oxigenada) para dar aquela sensação de arrasto espumoso no céu da boca ao comer, típico do abacate.
O segundo refrigerante mais vendido aqui nos Estados Unidos é o Dr. Pepper, o mais antigo de todos, mais antigo que a própria Coca-Cola. Esse refrigerante era vendido obviamente sem refrigeração e sem gaseificação em mil oitocentos e pedrada, em garrafinhas com rolha como medicamento, nas carroças ambulantes que você vê em filmes do velho oeste americano. Além de tirar dor de barriga e unha encravada, também tirava mancha de ferrugem de cortina, além de ajudar a renovar a graxa dos eixos das carroças. Para quem não sabe, Dr. Pepper tem um sabor horrível, e é muito fácil de experimentar em casa: pegue GELOL spray, aquele que você usa quando leva um chute na canela, e dê um bom spray na boca! Esse é o gosto do tal famoso Dr.Pepper que vende muito por aqui.
Refrigerante DIET
Quer saber a quantidade de lixo que tem em refrigerante diet? Não uso nem para desentupir a pia, porque tenho pena da tubulação de pvc... Olha, só para abrir os olhos dos cegos: os produtos adocicantes diet têm vida muito curta. O aspartame, por exemplo, após 3 semanas de molhado passa a ter gosto de pano velho sujo.
Para evitar isso, soma-se uma infinidade de outros químicos, um para esticar a vida do aspartame, outro para dar buffer (arredondar) o gosto do segundo químico, outro para neutralizar a cor dos dois químicos juntos que deixam o líquido turvo, outro para manter o terceiro químico em suspensão, senão o fundo do refrigerante fica escuro, outro para evitar cristalização do aspartame, outro para realçar, dar 'edge' no ácido cítrico ou fosfórico que acaba sofrendo pela influência dos 4 produtos químicos iniciais, e assim vai... A lista é enorme.
Depois de toda essa minha experiência com produção e estudo de refrigerantes, posso afirmar: Sabe qual é o melhor refrigerante? Água filtrada, de preferência duplamente filtrada, laranja ou limão espremido e gelo... Mais nada !!! Nem açúcar, nem sal.
(AUTOR: ANÔNIMO - por motivos óbvios)
PRIMEIROS 10 MINUTOS: 10 colheres de chá de açúcar batem no seu corpo, 100% do recomendado diariamente. Você não vomita imediatamente pelo doce extremo, porque o ácido fosfórico corta o gosto.
20 MINUTOS: O nível de açúcar em seu sangue estoura, forçando um jorro de insulina.
O fígado responde transformando todo o açúcar que recebe em gordura (É muito para este momento em particular).
40 MINUTOS: A absorção de cafeína está completa. Suas pupilas dilatam, a pressão sanguínea sobe, o fígado responde bombeando mais açúcar na corrente. Os receptores de adenosina no cérebro são bloqueados para evitar tonteiras.
45 MINUTOS: O corpo aumenta a produção de dopamina, estimulando os centros de prazer do corpo. (Fisicamente, funciona como com a heroína..)
50 MINUTOS: O ácido fosfórico empurra cálcio, magnésio e zinco para o intestino grosso, aumentando o metabolismo. As altas doses de açúcar e outros adoçantes aumentam a excreção de cálcio na urina, ou seja, está urinando seus ossos, uma das causas das OSTEOPOROSE.
60 MINUTOS: As propriedades diuréticas da cafeína entram em ação. Você urina.
Agora é garantido que porá para fora cálcio, magnésio e zinco, os quais seus ossos precisariam.
Conforme a onda abaixa você sofrerá um choque de açúcar. Ficará irritadiço. Você já terá posto para fora tudo que estava no refrigerante, mas não sem antes ter posto para fora, junto, coisas das quais farão falta ao seu organismo .
*Pense nisso antes de beber refrigerantes. Se não puder evitá-los, modere sua ingestão! Prefira sucos naturais. Seu corpo agradece!*
'AULA SOBRE REFRIGERANTES'
Na verdade, a fórmula 'secreta' da Coca-Cola se desvenda em 18 segundos em qualquer espectrômetro-ótico, e basicamente até os cachorros a conhecem. Só que não dá para fabricar igual, a não ser que você tenha uns 10 bilhões de dólares para brigar com a Coca-Cola na justiça, porque eles vão cair matando.
A fórmula da Pepsi tem uma diferença básica da Coca-Cola e é proposital exatamente para evitar processo judicial. Não é diferente porque não conseguiram fazer igual não, é de propósito, mas próximo o suficiente para atrair o consumidor da Coca-Cola que quer um gostinho diferente com menos sal e açúcar.
Entre outras coisas, fui eu quem teve que aprender tudo sobre refrigerante gaseificado para produzir o guaraná Golly aqui (nos EUA), que usa o concentrado Brahma. Está no mercado até hoje, mas falhou terrivelmente em estratégia promocional e vende só para o mercado local, tudo isso devido à cabeça dura de alguns diretores.
Tive que aprender química, entender tudo sobre componentes de refrigerantes, conservantes, sais, ácidos, cafeína, enlatamento, produção de label de lata, permissões, aprovações e muito etc. e tal. Montei um mini-laboratório de análise de produto, equipamento até para analisar quantidade de sólidos, etc. Até desenvolvi programas para PC para cálculo da fórmula com base nos volumes e tipo de envasamento (plástico ou alumínio), pois isso muda os valores e o sabor. Tivemos até equipe de competição em stock-car.
Tire a imensa quantidade de sal que a Coca-Cola usa (50mg de sódio na lata) e você verá que a Coca-Cola fica igualzinha a qualquer outro refrigerante sem-vergonha e porcaria, adocicado e enjoado. É exatamente o Cloreto de Sódio em exagero (que eles dizem ser 'very low sodium') que refresca e ao mesmo tempo dá sede em dobro, pedindo outro refrigerante, e não enjoa porque o tal sal mata literalmente a sensibilidade ao doce, que também tem de montão: 39 gramas de 'açúcar' (sacarose).
É ridículo, dos 350 gramas de produto líquido, mais de 10% é açúcar. Imagine numa lata de Coca-Cola, mais de 1 centímetro e meio da lata é açúcar puro... Isso dá aproximadamente umas 3 colheres de sopa CHEIAS DE AÇÚCAR POR LATA !..
- Fórmula da Coca-Cola?...
Simples: Concentrado de Açúcar queimado - Caramelo - para dar cor escura e gosto; ácido ortofosfórico (azedinho); sacarose - açúcar (HFCS - High Fructose Corn Syrup - açúcar líquido da frutose do milho); extrato da folha da planta COCA (África e Índia) e poucos outros aromatizantes naturais de outras plantas, cafeína, e conservante que pode ser Benzoato de Sódio ou Benzoato de Potássio, Dióxido de carbono de montão para fritar a língua quando você a toma e junto com o sal dar a sensação de refrigeração.
O uso de ácido ortofosfórico e não o ácido cítrico como todos os outros usam, é para dar a sensação de dentes e boca limpa ao beber, o fosfórico literalmente frita tudo e em quantidade pode até causar decapamento do esmalte dos dentes, coisa que o cítrico ataca com muito menor violência, pois o artofosfórico 'chupa' todo o cálcio do organismo, podendo causar até osteoporose, sem contar o comprometimento na formação dos ossos e dentes das crianças em idade de formação óssea, dos 2 aos 14 anos. Tente comprar ácido fosfórico para ver as mil recomendações de segurança e manuseio (queima o cristalino do olho, queima a pele, etc.).
Só como informação geral, é proibido usar ácido fosfórico em qualquer outro refrigerante, só a Coca-Cola tem permissão... (claro, se tirar, a Coca-Cola ficará com gosto de sabão). O extrato da coca e outras folhas quase não mudam nada no sabor, é mais efeito cosmético e mercadológico, assim como o guaraná, você não sente o gosto dele, nem cheiro, (o verdadeiro guaraná tem gosto amargo) ele está lá até porque legalmente tem que estar (questão de registro comercial), mas se tirar você nem nota diferença no gosto.
O gosto é dado basicamente pelas quantidades diferentes de açúcar, açúcar queimado, sais, ácidos e conservantes. Tem uma empresa química aqui em Bartow, sul de Orlando. Já visitei os caras inúmeras vezes e eles basicamente produzem aromatizantes e essências para sucos. Sais concentrados e essências o dia inteiro, caminhão atrás de caminhão! Eles produzem isso para fábricas de sorvete, refrigerantes, sucos, enlatados, até comida colorida e aromatizada.
Visitando a fábrica, pedi para ver o depósito de concentrados das frutas, que deveria ser imenso, cheio de reservatórios imensos de laranja, abacaxi, morango, e tantos outros (comentei). O sujeito olhou para mim, deu uma risadinha e me levou para visitar os depósitos imensos de corantes e mais de 50 tipos de componentes químicos. O refrigerante de laranja, o que menos tem é laranja; morango, até os gominhos que ficam em suspensão são feitos de goma (uma liga química que envolve um semipolímero). Abacaxi é um festival de ácidos e mais goma. Essência para sorvete de Abacate? Usam até peróxido de hidrogênio (água oxigenada) para dar aquela sensação de arrasto espumoso no céu da boca ao comer, típico do abacate.
O segundo refrigerante mais vendido aqui nos Estados Unidos é o Dr. Pepper, o mais antigo de todos, mais antigo que a própria Coca-Cola. Esse refrigerante era vendido obviamente sem refrigeração e sem gaseificação em mil oitocentos e pedrada, em garrafinhas com rolha como medicamento, nas carroças ambulantes que você vê em filmes do velho oeste americano. Além de tirar dor de barriga e unha encravada, também tirava mancha de ferrugem de cortina, além de ajudar a renovar a graxa dos eixos das carroças. Para quem não sabe, Dr. Pepper tem um sabor horrível, e é muito fácil de experimentar em casa: pegue GELOL spray, aquele que você usa quando leva um chute na canela, e dê um bom spray na boca! Esse é o gosto do tal famoso Dr.Pepper que vende muito por aqui.
Refrigerante DIET
Quer saber a quantidade de lixo que tem em refrigerante diet? Não uso nem para desentupir a pia, porque tenho pena da tubulação de pvc... Olha, só para abrir os olhos dos cegos: os produtos adocicantes diet têm vida muito curta. O aspartame, por exemplo, após 3 semanas de molhado passa a ter gosto de pano velho sujo.
Para evitar isso, soma-se uma infinidade de outros químicos, um para esticar a vida do aspartame, outro para dar buffer (arredondar) o gosto do segundo químico, outro para neutralizar a cor dos dois químicos juntos que deixam o líquido turvo, outro para manter o terceiro químico em suspensão, senão o fundo do refrigerante fica escuro, outro para evitar cristalização do aspartame, outro para realçar, dar 'edge' no ácido cítrico ou fosfórico que acaba sofrendo pela influência dos 4 produtos químicos iniciais, e assim vai... A lista é enorme.
Depois de toda essa minha experiência com produção e estudo de refrigerantes, posso afirmar: Sabe qual é o melhor refrigerante? Água filtrada, de preferência duplamente filtrada, laranja ou limão espremido e gelo... Mais nada !!! Nem açúcar, nem sal.
(AUTOR: ANÔNIMO - por motivos óbvios)
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Refrigerantes
24/11/2011
Democracia na Saúde
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Democracia na Saúde
22/11/2011
Associação Paulista de Homeopatia
História da APH
A APH – Associação Paulista de Homeopatia - foi fundada em 5 de junho de 1936, com o objetivo de divulgar a doutrina Hahnemaniana. A primeira fase da entidade foi muito difícil, pois era comum a homeopatia ser associada à fitoterapia, umbanda, espiritismo, vertentes rotuladas de charlatanismo.
Com a invenção de novos medicamentos, depois da 2ª Guerra Mundial, a Homeopatia fica um pouco esquecida, mas a partir dos anos 60, as coisas começam a mudar. Em todo o mundo, os movimentos de contestação questionam a especialização médica, que trata apenas partes do ser humano, em prejuízo de uma visão holística, que integra corpo e mente.
É dentro desse contexto, que em 1970 é inaugurada a sede própria da APH. A Homeopatia passa a despertar grande interesse, sendo chamada de terapêutica alternativa. A grande virada acontece em 1978, quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a utilização de práticas alternativas e da medicina tradicional no atendimento primário à saúde. Nos dois anos seguintes, a Homeopatia é reconhecida como especialidade médica pela Associação Médica Brasileira (AMB) e pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). A década de 80 é marcada pela ampliação do atendimento Homeopático na rede pública.
Contribuindo para essa expansão, hoje a APH realiza cursos de aperfeiçoamento, publica um boletim informativo e a principal revista científica do país em Homeopatia. Mantém ainda um ambulatório para atendimento gratuito à população carente. Como no início de sua criação, o objetivo é colaborar para o desenvolvimento e a divulgação da Homeopatia, na certeza de que é uma terapêutica eficaz, mais barata e menos agressiva, que muito pode contribuir para a saúde da população.
Associação Paulista de Homeopatia
www.aph.com.br
A APH – Associação Paulista de Homeopatia - foi fundada em 5 de junho de 1936, com o objetivo de divulgar a doutrina Hahnemaniana. A primeira fase da entidade foi muito difícil, pois era comum a homeopatia ser associada à fitoterapia, umbanda, espiritismo, vertentes rotuladas de charlatanismo.
Com a invenção de novos medicamentos, depois da 2ª Guerra Mundial, a Homeopatia fica um pouco esquecida, mas a partir dos anos 60, as coisas começam a mudar. Em todo o mundo, os movimentos de contestação questionam a especialização médica, que trata apenas partes do ser humano, em prejuízo de uma visão holística, que integra corpo e mente.
É dentro desse contexto, que em 1970 é inaugurada a sede própria da APH. A Homeopatia passa a despertar grande interesse, sendo chamada de terapêutica alternativa. A grande virada acontece em 1978, quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a utilização de práticas alternativas e da medicina tradicional no atendimento primário à saúde. Nos dois anos seguintes, a Homeopatia é reconhecida como especialidade médica pela Associação Médica Brasileira (AMB) e pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). A década de 80 é marcada pela ampliação do atendimento Homeopático na rede pública.
Contribuindo para essa expansão, hoje a APH realiza cursos de aperfeiçoamento, publica um boletim informativo e a principal revista científica do país em Homeopatia. Mantém ainda um ambulatório para atendimento gratuito à população carente. Como no início de sua criação, o objetivo é colaborar para o desenvolvimento e a divulgação da Homeopatia, na certeza de que é uma terapêutica eficaz, mais barata e menos agressiva, que muito pode contribuir para a saúde da população.
Associação Paulista de Homeopatia
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Associação Paulista de Homeopatia
21/11/2011
DIA NACIONAL DA HOMEOPATIA II
En 1810 el médico alemán Christian Friederich Samuel Hahnemann publicaba el "Organon, el arte de curar", piedra angular de la homeopatía. El principal fundamento de la teoría se define en la ley de los similares (homeo- es el prefijo griego que designa igualdad) por la que una enfermedad se cura con la misma sustancia tóxica que la produce —de ahí que se llame ley de los similares-, pero a dosis infinitesimales. Los homeópatas disuelven esos venenos en etanol —lo que llaman tintura madre- y la diluyen en agua sucesivas veces, no importa cuantas, según ellos el remedio se "imprime" en las moléculas de agua. Tales disoluciones son la parte controvertida de la disciplina, puesto es posible que a esas concentraciones no haya ni una sóla molécula del principio activo en la solución homeopática. Sin embargo su efecto ha sido demostrado en numerosos estudios y se estima que un 15% de los médicos occidentales siguen esta línea.
Madeleine Ennis, farmacóloga de la Queen’s University de Belfast, ha sido siempre el azote de los homeópatas. Asegura que, a esas concentraciones, en los remedios homeopáticos no hay más que agua, por lo que químicamente no tiene sentido que funcionen. Sin embargo en su estudio más reciente Ennis y su equipo se llevaron un "pequeño" chasco: descubrieron que soluciones ultradiluidas de histamina funcionaban en un experimento con basófilos, unas células sanguíneas que actúan en la inflamación. La solución homeopática en la que probablemente no había ni una sola molécula de histamina funcionaba realmente como la histamina. Aunque Ennis se ha visto incapaz de explicar el porqué del efectivo funcionamiento y sigue mostrándose escéptica, ha asegurado que si los resultados son reales y la homeopatía no actúa como un placebo, habría que reescribir parte de los fundamentos de la física y de la química.
Madeleine Ennis, farmacóloga de la Queen’s University de Belfast, ha sido siempre el azote de los homeópatas. Asegura que, a esas concentraciones, en los remedios homeopáticos no hay más que agua, por lo que químicamente no tiene sentido que funcionen. Sin embargo en su estudio más reciente Ennis y su equipo se llevaron un "pequeño" chasco: descubrieron que soluciones ultradiluidas de histamina funcionaban en un experimento con basófilos, unas células sanguíneas que actúan en la inflamación. La solución homeopática en la que probablemente no había ni una sola molécula de histamina funcionaba realmente como la histamina. Aunque Ennis se ha visto incapaz de explicar el porqué del efectivo funcionamiento y sigue mostrándose escéptica, ha asegurado que si los resultados son reales y la homeopatía no actúa como un placebo, habría que reescribir parte de los fundamentos de la física y de la química.
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Dia Nacional da Homeopatia II
21 de Novembro : Dia Nacional da Homeopatia
A data comemorativa é uma alusão à chegada do médico francês, Benoit Jules Mure, introdutor da HOMEOPATIA NO BRASIL, ocorrida no dia 21 de novembro de 1840, na colônia do Sahy, no Estado de Santa Catarina, Município de São Francisco do Sul, onde criou a Escola Suplementar de Medicina e o Instituto Homeopático do Sahy. Benoit Jules Mure, que ficou conhecido no Brasil como Bento Mure, nasceu em Lyon em 1809. Foi paciente do Médico Homeopata Dr. Sebastien Des Guidi, tendo sido tratado de tuberculose pelo mesmo. De comerciante, tornou-se Médico Homeopata, tendo sido discípulo de Hahnemann. Homem de caráter convicto e Socialista Utópico, seguidor de Fourier, veio ao Brasil liderando a implantação da Companhia Industrial Francesa, que visava se transformar numa comunidade socialista utópica, de caráter industrial e desenvolvimentista. Seu projeto fora discutido com o governo brasileiro, na época, que autorizou e financiou a sua implantação. Se o falanstério implantado, conforme ficou conhecido a Comunidade Industrial, não passou de uma utopia, a introdução da HOMEOPATIA se materializou no Brasil, tendo sido reconhecida como especialidade Médica pela Associação Médica Brasileira em 1979, e como especialidade Médica pelo Conselho Federal de Medicina em 1980. Bento Mure havia defendido veementemente, no Brasil, o reconhecimento oficial da Homeopatia já em 1843.
A TODOS OS QUE CONTRIBUÍRAM PARA O CRESCIMENTO, ENGRANDECIMENTO, DIFUSÃO E PRESTÍGIO DA HOMEOPATIA, ASSIM COMO A TODOS OS PROFISSIONAIS HOMEOPATAS, A NOSSA GRATIDÃO E A NOSSA AMIZADE!
ASSOCIAÇÃO MÉDICA HOMEOPÁTICA BRASILEIRA.
A TODOS OS QUE CONTRIBUÍRAM PARA O CRESCIMENTO, ENGRANDECIMENTO, DIFUSÃO E PRESTÍGIO DA HOMEOPATIA, ASSIM COMO A TODOS OS PROFISSIONAIS HOMEOPATAS, A NOSSA GRATIDÃO E A NOSSA AMIZADE!
ASSOCIAÇÃO MÉDICA HOMEOPÁTICA BRASILEIRA.
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20/11/2011
Terapia de Desintoxicação com água
Terapia muito popular no Japão e na Índia. Ingerir água antes de escovar os dentes e antes do café-da-manhã, além de hidratar o organismo, ativa a musculatura do intestino e melhora seu funcionamento. Para indivíduos com doenças graves e doenças em tratamento médico, a água tem sido muito bem sucedida na melhoria dos sintomas clínicos, principalmente contra a constipação crônica. Este método de tratamento não tem efeitos colaterais. No entanto, no início do tratamento, haverá a necessidade de urinar frequentemente. Este procedimento funciona como uma rotina de nossas vidas, portanto faça dele um habito diário. Beber água é saudável e dá energia, porém é importante não beber durante e nem após a refeição, pois retarda a digestão ao diluir o suco gástrico. Tão é manter o corpo hidratado ao longo do dia. O ideal é ingerir entre 2 e 3 litros de água por dia, isso faz com que a urina não fique muito concentrada e possa eliminar as impurezas filtradas pelo rim. Ao mesmo tempo, a ingestão adequada de líquidos favorece a lubrificação e eliminação de fezes . A hidratação abundante durante o dia é ainda mais recomendada em países de clima quente, como o Brasil, onde se perde muito líquido pelo suor.
Recusar bebidas engarrafadas, gasosas, que contenham corantes, álcool ou açúcar.
Recusar bebidas engarrafadas, gasosas, que contenham corantes, álcool ou açúcar.
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Desintoxicação com água
Mantendo a pele hidratada
Neste verão, use Óleos Vegetais todos os dias. Estes são emolientes, retardam o envelhecimento, são ricos em vitaminas que ajudam a proteger os tecidos e a devolver a elasticidade da pele, além de trazer maciez e suavidade. Ao contrário dos óleos minerais, os óleos vegetais não deixam a pele pegajosa, pois após uma hora, aproximadamente, em contato com a pele, ele é absorvido pela corrente sanguínea.
A DICA é: aplique o Óleo Vegetal de sua preferência no corpo e espalhe. Sugestão: amêndoa doce, germe de trigo, semente de uva, buriti, andiroba ou castanha do Pará.
A DICA é: aplique o Óleo Vegetal de sua preferência no corpo e espalhe. Sugestão: amêndoa doce, germe de trigo, semente de uva, buriti, andiroba ou castanha do Pará.
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15/11/2011
Sua Natureza
As sociedades chinesa e indiana praticam, há milhares de anos, uma medicina voltada para a harmonização do corpo, mente e espírito. Essa visão holística do ser humano demorou para chegar ao Ocidente e hoje, como se fosse uma grande e recém-descoberta, atrai atenções.O termo “holismo” vem do grego “ holos”, e significa todo. As práticas alternativas de Medicina que fazem uma abordagem diagnóstica e terapêutica do indivíduo como um todo compõem o grupo das Terapias Holísticas.
O conceito-chave é o vitalismo. As doenças devem ser tratadas pela estimulação da habilidade do corpo para curar a si mesmo em vez de "combater/ atacar os sintomas". Você já parou para pensar que uma enfermidade pode ser um sinal de desequilíbrio não só do corpo, mas também da mente e do espírito?
O médico alemão Samuel Hahnemann percebeu e foi além. Por isso, o seu conceito de saúde, desenvolvido no século XVIII, com base na integralidade do ser humano, é tão atual. Pequenas atitudes podem contar em favor da sua saúde. Afinal, alimentação equilibrada, a prática de atividades físicas e pensamentos positivos e equilibrados não fazem mal a ninguém. E se for preciso auxiliar com um remédio, uma dose mínima, suficiente para estimular a resposta do seu organismo é o ideal.
Fonte: www.ecomedicina.com.br
O conceito-chave é o vitalismo. As doenças devem ser tratadas pela estimulação da habilidade do corpo para curar a si mesmo em vez de "combater/ atacar os sintomas". Você já parou para pensar que uma enfermidade pode ser um sinal de desequilíbrio não só do corpo, mas também da mente e do espírito?
O médico alemão Samuel Hahnemann percebeu e foi além. Por isso, o seu conceito de saúde, desenvolvido no século XVIII, com base na integralidade do ser humano, é tão atual. Pequenas atitudes podem contar em favor da sua saúde. Afinal, alimentação equilibrada, a prática de atividades físicas e pensamentos positivos e equilibrados não fazem mal a ninguém. E se for preciso auxiliar com um remédio, uma dose mínima, suficiente para estimular a resposta do seu organismo é o ideal.
Fonte: www.ecomedicina.com.br
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DITADURA DA MEDICINA CONVENCIONAL EM PORTUGAL
“A legislação é praticamente inexistente e a que existe é de fraca qualidade, não tem força e esconde-se atrás do biombo da vergonha e do preconceito”. Com esta afirmação, o juiz desembargador português Rui Rangel começa um artigo escrito para o jornal Correio da Manhã. A motivação para o texto foi o caso de uma portuguesa de 4 anos, Safira, vítima de câncer renal. A família da menina recusou o tratamento tradicional, a quimioterapia, e, desta forma, desobedeceu não só a medicina convencional, como a justiça.
“A medicina convencional tende a impor-se a tudo e a todos, menos à família da Safira, que livremente escolheu um outro caminho para a sua filha. O que procuravam era a cura da menina e não a sua sobrevivência”, diz Rui Rangel. Como ele explica no texto escrito para o jornal, no caso, a medicina convencional pretendia sujeitar os pais à lógica dos protocolos legais que obrigam a fazer quimioterapia. “Se por detrás da recusa dos pais não estão interesses culturais ou religiosos, impõe-se a pergunta: a recusa é ou não legítima face ao nosso ordenamento jurídico?”, questiona o juiz.
Ele faz outros questionamentos: “os pais da Safira podiam ou não ir livremente à procura da homeopatia? A livre escolha por um outro método de tratamento podia gerar a retirada da guarda dos pais?”. E é o próprio Rangel que conclui: “entre nós, ainda vigora uma cultura salazarenta na aceitação de novas realidades. Apesar de todos os méritos científicos da medicina convencional, que são muitos, a sua cultura de arrogância, como sendo a única que é válida e que cura, começa, cada vez mais, a ser posta em causa”.
No artigo ele destaca que, fruto de um poderoso lobby, ainda não foi possível ir mais longe, em termos legislativos, no reconhecimento e na validação científica destes novos saberes. “Existe um vazio de lei nesta matéria, o que já vai sendo tempo de se alterar numa sociedade livre, que se quer mais justa e equilibrada. No nosso quadro constitucional, ninguém pode ser obrigado a sujeitar-se a um tratamento de quimioterapia que lhe destrói a alma e o ser. A liberdade de escolha para um tratamento natural é total e absoluta, caso não seja ditado por preconceitos religiosos ou outro. E ninguém pode ser perseguido judicialmente, com medidas que o afastem das suas obrigações parentais, só porque escolheu a medicina natural”, diz.
Fonte: www.ecomedicina.com.br
“A medicina convencional tende a impor-se a tudo e a todos, menos à família da Safira, que livremente escolheu um outro caminho para a sua filha. O que procuravam era a cura da menina e não a sua sobrevivência”, diz Rui Rangel. Como ele explica no texto escrito para o jornal, no caso, a medicina convencional pretendia sujeitar os pais à lógica dos protocolos legais que obrigam a fazer quimioterapia. “Se por detrás da recusa dos pais não estão interesses culturais ou religiosos, impõe-se a pergunta: a recusa é ou não legítima face ao nosso ordenamento jurídico?”, questiona o juiz.
Ele faz outros questionamentos: “os pais da Safira podiam ou não ir livremente à procura da homeopatia? A livre escolha por um outro método de tratamento podia gerar a retirada da guarda dos pais?”. E é o próprio Rangel que conclui: “entre nós, ainda vigora uma cultura salazarenta na aceitação de novas realidades. Apesar de todos os méritos científicos da medicina convencional, que são muitos, a sua cultura de arrogância, como sendo a única que é válida e que cura, começa, cada vez mais, a ser posta em causa”.
No artigo ele destaca que, fruto de um poderoso lobby, ainda não foi possível ir mais longe, em termos legislativos, no reconhecimento e na validação científica destes novos saberes. “Existe um vazio de lei nesta matéria, o que já vai sendo tempo de se alterar numa sociedade livre, que se quer mais justa e equilibrada. No nosso quadro constitucional, ninguém pode ser obrigado a sujeitar-se a um tratamento de quimioterapia que lhe destrói a alma e o ser. A liberdade de escolha para um tratamento natural é total e absoluta, caso não seja ditado por preconceitos religiosos ou outro. E ninguém pode ser perseguido judicialmente, com medidas que o afastem das suas obrigações parentais, só porque escolheu a medicina natural”, diz.
Fonte: www.ecomedicina.com.br
GANHADORES DO PRÊMIO NOBEL DÃO SUPORTE À HOMEOPATIA
Uma das causas da postura cética em relação à Homeopatia está nas altas diluições dos medicamentos homeopáticos. Submetidos a sucessivas dinamizações e a uma diluição progressiva, os remédios podem chegar a um ponto em que não se encontram mais as moléculas da substância que originou a solução. Para os céticos, uma solução de tal natureza não pode ter efeito sobre a fisiologia orgânica. Mas este tipo de crítica vem sendo rebatida por cientistas como Luc Montagnier, virologista francês que ganhou o Prêmio Nobel de Medicina em 2008 por ter descoberto o vírus da AIDS.
Montagnier surpreendeu a comunidade científica ao afirmar, em entrevista concedida à revista Science em dezembro de 2010, que as altas diluições estão certas. Segundo ele, as altas diluições de uma substância não são um nada, mas estruturas de água que mimetizam as moléculas originais. Na entrevista, Montagnier explicou sua pesquisa, conduzida em parceria com um grupo de investigadores renomados, que demonstrou ondas eletromagnéticas emanadas do DNA altamente diluído de vários patógenos. Segundo ele, o estudo atestou que o DNA produz mudanças estruturais na água, que persistem mesmo nas altíssimas diluições, conduzindo sinais de eletromagnéticos ressonantes que podem ser medidos. Estas observações podem levar ao desenvolvimento de novos tratamentos para doenças crônicas como Alzheimer, Parkinson, esclerose múltipla e o autismo.
Mas Montagnier não é o único a se manifestar de forma positiva em relação à Homeopatia. Brian David Josephson, Ph.D, Emérito Professor da Cambridge University e ganhador do Prêmio Nobel de Física em 1973, afirmou que as críticas à Homeopatia, centradas em torno do número de partículas encontradas na solução após as sucessivas diluições, estão fora da questão, uma vez que a Homeopatia preconiza que os efeitos dos seus remédios são atribuídos não a moléculas presentes, mas sim a modificações na estrutura da água impressas pela substância inicial.
Segundo Josephson, uma análise simplista de uma mente condicionada à física mecânica pode sugerir que a água, sendo um fluido, não poderia ter uma estrutura capaz de reter informações. Todavia, estudos conduzidos em torno dos cristais líquidos, que fluem como um líquido comum e ao mesmo tempo mantém uma estrutura ordenada através de distâncias macroscópicas, mostram as limitações daquele modo de pensar. Para o cientista, não existem, até o máximo do seu conhecimento, quaisquer refutações à Homeopatia que persistam depois que este ponto é levado em consideração.
Tanto Montagnier quanto Josephson fazem referências a Jaques Benveniste, respeitado imunologista francês que também defende a Homeopatia. Ele conduziu um estudo, reproduzido em três outros laboratórios universitários e publicado na Revista Nature, no qual doses extremamente diluídas de substâncias foram capazes de criar efeitos sobre células brancas do sangue chamadas de basófilos. Já um estudo conduzido no respeitado Indian Institutes of Technology confirmou a presença de “nanopartículas” da substância original mesmo em diluições extremamente altas.
Fonte: www.ecomedicina.com.br
(Informações do site do Dhyana Bem Estar)
Montagnier surpreendeu a comunidade científica ao afirmar, em entrevista concedida à revista Science em dezembro de 2010, que as altas diluições estão certas. Segundo ele, as altas diluições de uma substância não são um nada, mas estruturas de água que mimetizam as moléculas originais. Na entrevista, Montagnier explicou sua pesquisa, conduzida em parceria com um grupo de investigadores renomados, que demonstrou ondas eletromagnéticas emanadas do DNA altamente diluído de vários patógenos. Segundo ele, o estudo atestou que o DNA produz mudanças estruturais na água, que persistem mesmo nas altíssimas diluições, conduzindo sinais de eletromagnéticos ressonantes que podem ser medidos. Estas observações podem levar ao desenvolvimento de novos tratamentos para doenças crônicas como Alzheimer, Parkinson, esclerose múltipla e o autismo.
Mas Montagnier não é o único a se manifestar de forma positiva em relação à Homeopatia. Brian David Josephson, Ph.D, Emérito Professor da Cambridge University e ganhador do Prêmio Nobel de Física em 1973, afirmou que as críticas à Homeopatia, centradas em torno do número de partículas encontradas na solução após as sucessivas diluições, estão fora da questão, uma vez que a Homeopatia preconiza que os efeitos dos seus remédios são atribuídos não a moléculas presentes, mas sim a modificações na estrutura da água impressas pela substância inicial.
Segundo Josephson, uma análise simplista de uma mente condicionada à física mecânica pode sugerir que a água, sendo um fluido, não poderia ter uma estrutura capaz de reter informações. Todavia, estudos conduzidos em torno dos cristais líquidos, que fluem como um líquido comum e ao mesmo tempo mantém uma estrutura ordenada através de distâncias macroscópicas, mostram as limitações daquele modo de pensar. Para o cientista, não existem, até o máximo do seu conhecimento, quaisquer refutações à Homeopatia que persistam depois que este ponto é levado em consideração.
Tanto Montagnier quanto Josephson fazem referências a Jaques Benveniste, respeitado imunologista francês que também defende a Homeopatia. Ele conduziu um estudo, reproduzido em três outros laboratórios universitários e publicado na Revista Nature, no qual doses extremamente diluídas de substâncias foram capazes de criar efeitos sobre células brancas do sangue chamadas de basófilos. Já um estudo conduzido no respeitado Indian Institutes of Technology confirmou a presença de “nanopartículas” da substância original mesmo em diluições extremamente altas.
Fonte: www.ecomedicina.com.br
(Informações do site do Dhyana Bem Estar)
09/11/2011
Novos Medicamentos Homeopáticos
Novos Medicamentos Homeopáticos: Uso dos Fármacos Modernos Segundo o Princípio da Similitude
Desde a Grécia Antiga, Hipócrates já ensinava que existiam duas formas de tratamento: pelo princípio dos contrários e pelo princípio dos semelhantes. O tratamento pelo princípio dos contrários emprega substâncias que agem de forma contrária ou paliativa (“anti-”) aos sintomas da doença (Ex.: antiinflamatórios, antiácidos, antidepressivos, etc.). Essa é a principal forma de tratamento utilizada pela medicina convencional ou “alopatia”. O tratamento pelo princípio dos semelhantes, empregado pela homeopatia, utiliza substâncias que causam sintomas semelhantes (“homeo”) aos sintomas das doenças, com o intuito de estimular uma reação do organismo contra os próprios sintomas (Ex.: café que causa insônia é utilizado homeopaticamente para tratar a insônia, camomila que causa cólica é utilizada homeopaticamente para tratar a cólica, beladona que causa febre é utilizada homeopaticamente para tratar a febre, etc.).
Ao instituir a homeopatia em 1796, Samuel Hahnemann fundamenta esse princípio homeopático na observação minuciosa do efeito das drogas de sua época no organismo humano, estipulando um “mecanismo de ação das drogas” universal:
“Toda força que atua sobre a vida, todo medicamento afeta, em maior ou menor escala, a força vital, causando certa alteração no estado de saúde do Homem por um período de tempo maior ou menor. A isso se chama ação primária. [...] A essa ação, nossa força vital se esforça para opor sua própria energia. Tal ação oposta faz parte de nossa força de conservação, constituindo uma atividade automática da mesma, chamada ação secundária ou reação.” (Organon, §63)
Embasada nesse postulado ou “lei natural”, a homeopatia utiliza essa ação secundária do organismo como reação terapêutica, administrando aos indivíduos doentes medicamentos que causam sintomas semelhantes aos seus distúrbios (princípio da similitude terapêutica), estimulando o organismo a reagir contra a própria doença.
Apesar de pouco divulgada pela farmacologia moderna, pois contraria o tratamento convencional, essa ação secundária ou reação homeostática do organismo é estudada e descrita após o uso de diversas classes de drogas paliativas (antipáticas ou enantiopáticas) modernas, segundo o termo efeito rebote ou reação paradoxal do organismo. Na última década, vimos estudando sistematicamente o efeito rebote das drogas modernas, confirmando cientificamente o postulado de Hahnemann (ação primária da droga seguida por ação secundária e oposta do organismo) e o princípio de cura homeopático [1-8].
Ilustrando o anteriormente citado, medicamentos utilizados classicamente para o tratamento da angina pectoris (beta-bloqueadores, bloqueadores dos canais de cálcio, nitratos, etc.), que promovem a melhora da angina pela sua ação primária contrária (antianginosos), podem despertar exacerbações na frequência e na intensidade da dor torácica em decorrência da ação secundária do organismo, após a suspensão ou a descontinuação das doses, em alguns casos não responsivos a qualquer terapêutica. Drogas paliativas utilizadas no controle da hipertensão arterial (agonistas alfa-2 adrenérgicos, beta-bloqueadores, inibidores da ECA, inibidores da MAO, nitratos, nitroprussiato de sódio, hidralazina, etc.) podem provocar uma hipertensão arterial rebote, como reação paradoxal do organismo ao estímulo primário. Medicamentos antiarrítmicos (adenosina, amiodarona, beta-bloqueadores, bloqueadores dos canais de cálcio, disopiramida, flecainida, lidocaína, mexiletina, moricizina, procainamida, etc.) podem despertar, após a interrupção do tratamento, exacerbação rebote das arritmias ventriculares basais. Drogas anticoagulantes (argatroban, bezafibrato, heparina, salicilatos, warfarin, clopidogrel, etc.), empregadas por sua ação primária na profilaxia da trombose sanguínea, podem promover complicações trombóticas em decorrência da ação secundária ou do efeito rebote do organismo.
De forma análoga, no emprego de drogas psiquiátricas como os ansiolíticos (barbitúricos, benzodiazepinas, carbamatos, etc.), sedativos-hipnóticos (barbitúricos, bendodiazepinas, morfina, prometazina, zopiclone, etc.), estimulantes do SNC (anfetaminas, cafeína, cocaína, mazindol, metilfenidato, etc.), antidepressivos (tricíclicos, inibidores da MAO, inibidores da recaptação de serotonina, etc.) ou antipsicóticos (clozapina, fenotiazínicos, haloperidol, pimozida, etc.) pode-se observar uma reação paradoxal do organismo no sentido de manter a homeostase orgânica, promovendo sintomas contrários aos esperados na sua utilização terapêutica enantiopática primária, agravando ainda mais o quadro inicial. Drogas com ação primária antiinflamatória (corticosteróides, ibuprofeno, indometacina, paracetamol, salicilatos, etc.) podem desencadear respostas secundárias do organismo, aumentando a inflamação e a concentração plasmática dos seus mediadores. Fármacos com ação primária analgésica (cafeína, bloqueadores dos canais de cálcio, clonidina, ergotamina, metisergida, opióides, salicilatos, etc.) podem apresentar importante hiperalgesia como efeito rebote. Diuréticos (furosemida, torasemida, trianterene, etc.), utilizados enantiopaticamente para diminuir a volemia (edema, hipertensão arterial, ICC, etc.) podem causar retenção rebote de sódio e potássio, aumentando a volemia basal. Medicamentos utilizados primariamente como antidispépticos (antiácidos, antagonistas do receptor H2, misoprostol, sucralfato, inibidores das bombas de próton, etc.) no tratamento das gastrites e úlceras gastroduodenais, podem promover, após uma diminuição primária da acidez, aumento rebote na produção gástrica de ácido clorídrico, chegando a causar perfuração de úlceras gastroduodenais crônicas. Broncodilatores (broncodilatores adrenérgicos, cromoglicato dissódico, epinefrina, ipatropio, nedocromil, salmeterol, formoterol, etc.) utilizados no tratamento da asma brônquica, podem promover piora da broncoconstrição como resposta secundária do organismo à suspensão ou descontinuidade do tratamento. Etc.
Apesar do efeito rebote ou reação paradoxal do organismo geralmente se manifestar numa minoria dos indivíduos, em razão de sua característica idiossincrática, ele pode assumir grandes proporções (tanto na intensidade, quanto na duração), aspecto que endossa a validade do seu uso terapêutico pelo modelo homeopático.
Entendendo-se que o tratamento homeopático tem como prerrogativa essencial a utilização de substâncias que causem sintomas semelhantes aos da doença que se deseja tratar, ele pode ser aplicado com qualquer substância, natural ou sintética, em doses ponderais ou infinitesimais, desde que o princípio da semelhança seja observado. Assim sendo, as drogas “alopáticas” podem ser empregadas segundo o princípio da similitude terapêutica, desde que causem efeitos de ação primária (efeitos terapêuticos, adversos e colaterais) semelhantes aos do indivíduo doente. Dessa forma, estaríamos utilizando o efeito rebote das drogas modernas no sentido curativo.
Exemplificando esse possível uso ‘off label’ [9] das inúmeras classes de fármacos modernos segundo o princípio homeopático, dezenas de drogas que apresentam aumento da pressão arterial como efeito primário (adalimumabe, ciclosporina, dopamina, drogas antiinflamatórias, etc.) poderiam ser utilizadas homeopaticamente para tratar a hipertensão arterial; drogas que aumentam a glicemia (amprenavir, corticotropina, diazoxide, estrógenos, etc.), poderiam ser empregadas homeopaticamente para tratar a hiperglicemia ou diabetes; drogas que causam inflamação da mucosa gástrica (abacavir, antiinflamatórios, carbidopa, cilostazol, etc.), poderiam ser empregadas homeopaticamente para tratar as gastrites e úlceras gástricas; drogas que causam reações alérgicas (antibióticos, antifúngicos, insulinas, etc), poderiam ser empregadas homeopaticamente para tratar as alergias; drogas que causam imunossupressão (ciclosporinas, corticosteróides, imunossupressores, etc.), poderiam ser empregadas para estimular o sistema imunológico de pacientes imunossuprimidos; drogas que causam distúrbios na atenção/concentração (amantadina, interferons, topiramato, etc.), poderiam ser utilizadas para melhorar o déficit de atenção em crianças; Etc.
Embasado nessa premissa hahnemanniana, desde 2003 vimos propondo, de forma sistemática, o emprego dos fármacos modernos segundo o princípio de cura homeopático [10,11]. Em artigo recém-publicado no periódico científico Homeopathy [12], esse projeto está devidamente descrito e fundamentado nos pressupostos homeopáticos.
Para que essa proposta pudesse ser aplicada, foi elaborada uma “Matéria Médica Homeopática dos Fármacos Modernos”, agrupando todos os efeitos primários (efeitos terapêuticos, adversos e colaterais) de 1.250 drogas “alopáticas” descritos na Farmacopéia Americana (The United States Pharmacopeia Dispensing Information, USP DI, 2004), conforme a disposição dos capítulos das matérias médicas homeopáticas tradicionais.
Como segundo passo, a fim de facilitar a seleção do medicamento homeopático individualizado (semelhança com a totalidade de sintomas do paciente), premissa indispensável ao sucesso terapêutico da homeopatia, foi elaborado um “Repertório Homeopático dos Fármacos Modernos”, dispondo os sintomas e seus respectivos medicamentos de forma análoga aos repertórios homeopáticos clássicos.
Intitulado “Novos Medicamentos Homeopáticos: Uso dos Fármacos Modernos Segundo o Princípio da Similitude”, esse projeto está dividido em três partes: (1) “Fundamentação Científica do Princípio da Similitude na Farmacologia Moderna”; (2) “Matéria Médica Homeopática dos Fármacos Modernos”; (3) “Repertório Homeopático dos Fármacos Modernos”.
A fim de que todos tenham acesso a essa proposta, essas três obras, perfazendo um total de milhares de páginas, estão disponibilizadas num website bilíngue (Português e Inglês), de fácil e livre acesso (basta cadastrar e-mail, nome e profissão para receber uma senha), permitindo que esse protocolo clínico seja analisado e utilizado por homeopatas de todos os países:
No entanto, para que esse método seja incorporado à rotina homeopática, será necessária a união da classe homeopática em torno dessa proposta, com a participação dos clínicos na aplicação terapêutica e na descrição dos resultados (casos clínicos), dos farmacêuticos na produção dos medicamentos dinamizados e dos pesquisadores na elaboração de protocolos de pesquisa.
Referências Bibliográficas:
1) Teixeira MZ. Semelhante cura semelhante: o princípio de cura homeopático fundamentado pela racionalidade médica e científica. São Paulo: Editorial Petrus, 1998. Disponível em: http://pesquisa.bvs.br/regional/resources/hom-8932.
2) Teixeira MZ. Similitude in modern pharmacology. British Homeopathic Journal. 1999; 88(3): 112-20. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/10449051.
3) Teixeira MZ. Evidence of the principle of similitude in modern fatal iatrogenic events. Homeopathy. 2006; 95(4): 229-236. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17015194.
4) Teixeira MZ. NSAIDs, Myocardial infarction, rebound effect and similitude. Homeopathy. 2007; 96(1): 67-68. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17227752.
5) Teixeira MZ. Bronchodilators, fatal asthma, rebound effect and similitude. Homeopathy. 2007; 96(2): 135-137. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17437943.
6) Teixeira MZ. Antidepressants, suicidality and rebound effect: evidence of similitude? Homeopathy. 2009; 98(2): 114-121. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19358965.
7) Teixeira MZ. Statins withdrawal, vascular complications, rebound effect and similitude. Homeopathy. 2010; 99(4): 255-262. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20970095.
8) Teixeira MZ. Rebound acid hypersecretion after withdrawal of gastric acid suppressing drugs: new evidence of similitude. Homeopathy. 2011; 100(3): 148-156. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21784332.
9) Ministério da Saúde. Agencia Nacional de Vigilância Sanitária. Institucional, Medicamentos, Registro de Medicamentos. Como a Anvisa vê o uso off label de medicamentos. Brasília, 23 de maio de 2005. Disponível em: http://www.anvisa.gov.br/medicamentos/registro/registro_offlabel.htm#.
10) Teixeira MZ. Homeopathic use of modern medicines: utilisation of the curative rebound effect. Medical Hypotheses. 2003; 60(2): 276-283. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12606247.
11) Teixeira MZ. 'Paradoxical strategy for treating chronic diseases': a therapeutic model used in homeopathy for more than two centuries. Homeopathy. 2005; 94(4): 265-266. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16226210.
12) Teixeira MZ. New homeopathic medicines: use of modern drugs according to the principle of similitude. Homeopathy. 2011; 100(4): 244-252. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21962199.
*Médico Homeopata, Pesquisador e Doutor em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) / marcus@homeozulian.med.br / www.homeozulian.med.br / www.novosmedicamentoshomeopaticos.com
Desde a Grécia Antiga, Hipócrates já ensinava que existiam duas formas de tratamento: pelo princípio dos contrários e pelo princípio dos semelhantes. O tratamento pelo princípio dos contrários emprega substâncias que agem de forma contrária ou paliativa (“anti-”) aos sintomas da doença (Ex.: antiinflamatórios, antiácidos, antidepressivos, etc.). Essa é a principal forma de tratamento utilizada pela medicina convencional ou “alopatia”. O tratamento pelo princípio dos semelhantes, empregado pela homeopatia, utiliza substâncias que causam sintomas semelhantes (“homeo”) aos sintomas das doenças, com o intuito de estimular uma reação do organismo contra os próprios sintomas (Ex.: café que causa insônia é utilizado homeopaticamente para tratar a insônia, camomila que causa cólica é utilizada homeopaticamente para tratar a cólica, beladona que causa febre é utilizada homeopaticamente para tratar a febre, etc.).
Ao instituir a homeopatia em 1796, Samuel Hahnemann fundamenta esse princípio homeopático na observação minuciosa do efeito das drogas de sua época no organismo humano, estipulando um “mecanismo de ação das drogas” universal:
“Toda força que atua sobre a vida, todo medicamento afeta, em maior ou menor escala, a força vital, causando certa alteração no estado de saúde do Homem por um período de tempo maior ou menor. A isso se chama ação primária. [...] A essa ação, nossa força vital se esforça para opor sua própria energia. Tal ação oposta faz parte de nossa força de conservação, constituindo uma atividade automática da mesma, chamada ação secundária ou reação.” (Organon, §63)
Embasada nesse postulado ou “lei natural”, a homeopatia utiliza essa ação secundária do organismo como reação terapêutica, administrando aos indivíduos doentes medicamentos que causam sintomas semelhantes aos seus distúrbios (princípio da similitude terapêutica), estimulando o organismo a reagir contra a própria doença.
Apesar de pouco divulgada pela farmacologia moderna, pois contraria o tratamento convencional, essa ação secundária ou reação homeostática do organismo é estudada e descrita após o uso de diversas classes de drogas paliativas (antipáticas ou enantiopáticas) modernas, segundo o termo efeito rebote ou reação paradoxal do organismo. Na última década, vimos estudando sistematicamente o efeito rebote das drogas modernas, confirmando cientificamente o postulado de Hahnemann (ação primária da droga seguida por ação secundária e oposta do organismo) e o princípio de cura homeopático [1-8].
Ilustrando o anteriormente citado, medicamentos utilizados classicamente para o tratamento da angina pectoris (beta-bloqueadores, bloqueadores dos canais de cálcio, nitratos, etc.), que promovem a melhora da angina pela sua ação primária contrária (antianginosos), podem despertar exacerbações na frequência e na intensidade da dor torácica em decorrência da ação secundária do organismo, após a suspensão ou a descontinuação das doses, em alguns casos não responsivos a qualquer terapêutica. Drogas paliativas utilizadas no controle da hipertensão arterial (agonistas alfa-2 adrenérgicos, beta-bloqueadores, inibidores da ECA, inibidores da MAO, nitratos, nitroprussiato de sódio, hidralazina, etc.) podem provocar uma hipertensão arterial rebote, como reação paradoxal do organismo ao estímulo primário. Medicamentos antiarrítmicos (adenosina, amiodarona, beta-bloqueadores, bloqueadores dos canais de cálcio, disopiramida, flecainida, lidocaína, mexiletina, moricizina, procainamida, etc.) podem despertar, após a interrupção do tratamento, exacerbação rebote das arritmias ventriculares basais. Drogas anticoagulantes (argatroban, bezafibrato, heparina, salicilatos, warfarin, clopidogrel, etc.), empregadas por sua ação primária na profilaxia da trombose sanguínea, podem promover complicações trombóticas em decorrência da ação secundária ou do efeito rebote do organismo.
De forma análoga, no emprego de drogas psiquiátricas como os ansiolíticos (barbitúricos, benzodiazepinas, carbamatos, etc.), sedativos-hipnóticos (barbitúricos, bendodiazepinas, morfina, prometazina, zopiclone, etc.), estimulantes do SNC (anfetaminas, cafeína, cocaína, mazindol, metilfenidato, etc.), antidepressivos (tricíclicos, inibidores da MAO, inibidores da recaptação de serotonina, etc.) ou antipsicóticos (clozapina, fenotiazínicos, haloperidol, pimozida, etc.) pode-se observar uma reação paradoxal do organismo no sentido de manter a homeostase orgânica, promovendo sintomas contrários aos esperados na sua utilização terapêutica enantiopática primária, agravando ainda mais o quadro inicial. Drogas com ação primária antiinflamatória (corticosteróides, ibuprofeno, indometacina, paracetamol, salicilatos, etc.) podem desencadear respostas secundárias do organismo, aumentando a inflamação e a concentração plasmática dos seus mediadores. Fármacos com ação primária analgésica (cafeína, bloqueadores dos canais de cálcio, clonidina, ergotamina, metisergida, opióides, salicilatos, etc.) podem apresentar importante hiperalgesia como efeito rebote. Diuréticos (furosemida, torasemida, trianterene, etc.), utilizados enantiopaticamente para diminuir a volemia (edema, hipertensão arterial, ICC, etc.) podem causar retenção rebote de sódio e potássio, aumentando a volemia basal. Medicamentos utilizados primariamente como antidispépticos (antiácidos, antagonistas do receptor H2, misoprostol, sucralfato, inibidores das bombas de próton, etc.) no tratamento das gastrites e úlceras gastroduodenais, podem promover, após uma diminuição primária da acidez, aumento rebote na produção gástrica de ácido clorídrico, chegando a causar perfuração de úlceras gastroduodenais crônicas. Broncodilatores (broncodilatores adrenérgicos, cromoglicato dissódico, epinefrina, ipatropio, nedocromil, salmeterol, formoterol, etc.) utilizados no tratamento da asma brônquica, podem promover piora da broncoconstrição como resposta secundária do organismo à suspensão ou descontinuidade do tratamento. Etc.
Apesar do efeito rebote ou reação paradoxal do organismo geralmente se manifestar numa minoria dos indivíduos, em razão de sua característica idiossincrática, ele pode assumir grandes proporções (tanto na intensidade, quanto na duração), aspecto que endossa a validade do seu uso terapêutico pelo modelo homeopático.
Entendendo-se que o tratamento homeopático tem como prerrogativa essencial a utilização de substâncias que causem sintomas semelhantes aos da doença que se deseja tratar, ele pode ser aplicado com qualquer substância, natural ou sintética, em doses ponderais ou infinitesimais, desde que o princípio da semelhança seja observado. Assim sendo, as drogas “alopáticas” podem ser empregadas segundo o princípio da similitude terapêutica, desde que causem efeitos de ação primária (efeitos terapêuticos, adversos e colaterais) semelhantes aos do indivíduo doente. Dessa forma, estaríamos utilizando o efeito rebote das drogas modernas no sentido curativo.
Exemplificando esse possível uso ‘off label’ [9] das inúmeras classes de fármacos modernos segundo o princípio homeopático, dezenas de drogas que apresentam aumento da pressão arterial como efeito primário (adalimumabe, ciclosporina, dopamina, drogas antiinflamatórias, etc.) poderiam ser utilizadas homeopaticamente para tratar a hipertensão arterial; drogas que aumentam a glicemia (amprenavir, corticotropina, diazoxide, estrógenos, etc.), poderiam ser empregadas homeopaticamente para tratar a hiperglicemia ou diabetes; drogas que causam inflamação da mucosa gástrica (abacavir, antiinflamatórios, carbidopa, cilostazol, etc.), poderiam ser empregadas homeopaticamente para tratar as gastrites e úlceras gástricas; drogas que causam reações alérgicas (antibióticos, antifúngicos, insulinas, etc), poderiam ser empregadas homeopaticamente para tratar as alergias; drogas que causam imunossupressão (ciclosporinas, corticosteróides, imunossupressores, etc.), poderiam ser empregadas para estimular o sistema imunológico de pacientes imunossuprimidos; drogas que causam distúrbios na atenção/concentração (amantadina, interferons, topiramato, etc.), poderiam ser utilizadas para melhorar o déficit de atenção em crianças; Etc.
Embasado nessa premissa hahnemanniana, desde 2003 vimos propondo, de forma sistemática, o emprego dos fármacos modernos segundo o princípio de cura homeopático [10,11]. Em artigo recém-publicado no periódico científico Homeopathy [12], esse projeto está devidamente descrito e fundamentado nos pressupostos homeopáticos.
Para que essa proposta pudesse ser aplicada, foi elaborada uma “Matéria Médica Homeopática dos Fármacos Modernos”, agrupando todos os efeitos primários (efeitos terapêuticos, adversos e colaterais) de 1.250 drogas “alopáticas” descritos na Farmacopéia Americana (The United States Pharmacopeia Dispensing Information, USP DI, 2004), conforme a disposição dos capítulos das matérias médicas homeopáticas tradicionais.
Como segundo passo, a fim de facilitar a seleção do medicamento homeopático individualizado (semelhança com a totalidade de sintomas do paciente), premissa indispensável ao sucesso terapêutico da homeopatia, foi elaborado um “Repertório Homeopático dos Fármacos Modernos”, dispondo os sintomas e seus respectivos medicamentos de forma análoga aos repertórios homeopáticos clássicos.
Intitulado “Novos Medicamentos Homeopáticos: Uso dos Fármacos Modernos Segundo o Princípio da Similitude”, esse projeto está dividido em três partes: (1) “Fundamentação Científica do Princípio da Similitude na Farmacologia Moderna”; (2) “Matéria Médica Homeopática dos Fármacos Modernos”; (3) “Repertório Homeopático dos Fármacos Modernos”.
A fim de que todos tenham acesso a essa proposta, essas três obras, perfazendo um total de milhares de páginas, estão disponibilizadas num website bilíngue (Português e Inglês), de fácil e livre acesso (basta cadastrar e-mail, nome e profissão para receber uma senha), permitindo que esse protocolo clínico seja analisado e utilizado por homeopatas de todos os países:
www.novosmedicamentoshomeopaticos.com
Referências Bibliográficas:
1) Teixeira MZ. Semelhante cura semelhante: o princípio de cura homeopático fundamentado pela racionalidade médica e científica. São Paulo: Editorial Petrus, 1998. Disponível em: http://pesquisa.bvs.br/regional/resources/hom-8932.
2) Teixeira MZ. Similitude in modern pharmacology. British Homeopathic Journal. 1999; 88(3): 112-20. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/10449051.
3) Teixeira MZ. Evidence of the principle of similitude in modern fatal iatrogenic events. Homeopathy. 2006; 95(4): 229-236. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17015194.
4) Teixeira MZ. NSAIDs, Myocardial infarction, rebound effect and similitude. Homeopathy. 2007; 96(1): 67-68. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17227752.
5) Teixeira MZ. Bronchodilators, fatal asthma, rebound effect and similitude. Homeopathy. 2007; 96(2): 135-137. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17437943.
6) Teixeira MZ. Antidepressants, suicidality and rebound effect: evidence of similitude? Homeopathy. 2009; 98(2): 114-121. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19358965.
7) Teixeira MZ. Statins withdrawal, vascular complications, rebound effect and similitude. Homeopathy. 2010; 99(4): 255-262. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20970095.
8) Teixeira MZ. Rebound acid hypersecretion after withdrawal of gastric acid suppressing drugs: new evidence of similitude. Homeopathy. 2011; 100(3): 148-156. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21784332.
9) Ministério da Saúde. Agencia Nacional de Vigilância Sanitária. Institucional, Medicamentos, Registro de Medicamentos. Como a Anvisa vê o uso off label de medicamentos. Brasília, 23 de maio de 2005. Disponível em: http://www.anvisa.gov.br/medicamentos/registro/registro_offlabel.htm#.
10) Teixeira MZ. Homeopathic use of modern medicines: utilisation of the curative rebound effect. Medical Hypotheses. 2003; 60(2): 276-283. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12606247.
11) Teixeira MZ. 'Paradoxical strategy for treating chronic diseases': a therapeutic model used in homeopathy for more than two centuries. Homeopathy. 2005; 94(4): 265-266. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16226210.
12) Teixeira MZ. New homeopathic medicines: use of modern drugs according to the principle of similitude. Homeopathy. 2011; 100(4): 244-252. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21962199.
*Médico Homeopata, Pesquisador e Doutor em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) / marcus@homeozulian.med.br / www.homeozulian.med.br / www.novosmedicamentoshomeopaticos.com
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Novos medicamentos homeopáticos
26/10/2011
Uma verdade incomoda
"Quanto mais palpavél é uma verdade, mais tempo ela requer para conquistar o lugar a que tem direito. Os obstáculos que se colocam no caminho, são porque essa verdade desencadeia em torno de si um verdadeiro ódio, pois esta, anuncia uma revolução, uma perturbação dos interesses existentes e dos lugares conquistados..."
Christian Friedrich Samuel Hahnemann
Médico alemão operacionalizador do Modelo Médico Homeopático
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